Não me apego ao livro como objeto. Há quem goste de senti-lo nas mãos, até cheirá-lo. Eu só quero lê-lo. O que me interessa necessariamente é o que ele contém, suas palavras, suas frases, suas idéias, suas imagens.
Veja também:
A grandiosidade de Victor Hugo
Poesia sem versos
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
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Eduardo: Gosto de sentir o prazer fisico, além dos outros, do contato com um livro.. Embora goste, evidentemente de todas as sensações que ambas as presenças me proporcionam, ainda prefiro o contato fisico. Para mim, embora um cara ligado aos meios virtuais, e talvez ache que estou sendo radical ou antiquado ou mesmo incoerente, mas faço ainda uma comparação: livro virtual é igual sexo virtual: é bom, mas o melhor ainda é o fisico, que apenas o livro me oferece.
ResponderExcluirPois é, meu caro Barata, embora ache a comparação um pouco exagerada - afinal para se fazer livros é preciso derrubar árvores, para o bom e velho sexo nem é necessário que se derrube a(o) outra(o) na cama(rsrs) - concordo que ler no papel ainda é melhor e faz mais bem aos olhos. Porém, o que me interessa mesmo é o que está lá, e se o meio virtual se aperfeiçoar (e vai) não terei o menor problema em mudar um pelo outro. Ocupa menos espaço em casa e é, em tese, ecologicamente correto. É um debate que precisa ser levado à frente, pois me ocorre agora uma pergunta: e as livrarias, passariam todas a serem virtuais? Forte abraço.
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