terça-feira, 17 de março de 2020

CORONA VÍRUS TAMBÉM PODE MATAR MUITA COISA RUIM

Em meio a esta tempestade chamada corona vírus temos visto no mundo inteiro casos de apreensão, dor, tristeza, mortes. Ao mesmo tempo também muitas irresponsabilidades e inconseqüências, principalmente no Brasil, onde aquele que ocupa o mais alto cargo da República é (constantemente) o primeiro a dar péssimo exemplo. Por outro lado, há inúmeras histórias de solidariedade, amor, trabalho em favor da coletividade, altruísmo, heroísmo até.

Espero que, durante a sua terrível - e que seja a mais breve possível - passagem, este vírus mate em todos os seres humanos do planeta o egoísmo; a ganância; a ambição desmedida; o ódio por si e, conseqüentemente, pelo próximo; a ignorância; a irresponsabilidade; a destruição da Natureza; a estupidez, enfim.

Temos uma grande oportunidade de transformação. Cabe a nós aproveitá-la e sair contagiando a quem pudermos com esta mudança, para finalmente tornarmos o mundo um lugar muito, muito melhor de se habitar.

Veja também:

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

"LASCÍVIA": CONTO COM O SEU APOIO PARA MAIS ESTE PROJETO

Meu conto "O sofá" foi selecionado para a antologia "Lascívia", da Cartola Editora, juntamente com outros 32 contos de autores diferentes das mais diversas partes do país. O livro traz narrativas do erotismo, com contos que levam à excitação sem apresentar o sexo de forma explícita.
Se você apoiar o projeto, ajuda a ideia a sair do papel. Na verdade, ajuda a ideia a ir para o papel =)
  Há várias opções para você participar, inclusive como empresa patrocinadora. Em todas, todos ganhamos.
  Os 15 primeiros que apoiarem o projeto com o valor de R$ 35, receberão um exemplar do livro impresso em brochura SEM PAGAR FRETE para todo o território nacional.
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  Muito obrigado por nos dar o seu apoio! E não se esqueça de compartilhar e divulgar entre amigas e amigos.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

INESQUECÍVEL VIAGEM AO OESTE CATARINENSE

Foto: Fernando Gustav
A primeira missão pelo Museu da Pelada em 2020, ao lado dos parceiros e amigos Fernando Gustav e Vander Schons, foi marcada por uma série de emoções. A primeira foi a de estar na estrada cortando o Estado de Santa Catarina para descobrir o Grande Oeste catarinense. Depois, o de reencontrar na bela São Lourenço do Oeste o ex-goleiro e ex-treinador de goleiros Wendell quase 30 anos após conhecê-lo pessoalmente em São Januário, na cobertura diária do Vasco da Gama, pelo Jornal dos Sports, e de conhecer seu dedicado filho, de mesmo nome, que também nos recebeu maravilhosamente bem (veja a entrevista clicando aqui)

E, na volta a Florianópolis, inda tive a oportunidade de visitar a Arena Condá, em Chapecó, onde bateu realmente uma emoção. Em vídeo, que você pode assistir lá embaixo, pude prestar uma pequena homenagem a todos que partiram naquele trágico vôo de novembro de 2016, em especial ao jornalista Paulo Julio Clement. O áudio não está perfeito por causa da ação do vento em alguns momentos, mas no meu modo de entender não invalida o registro feito no estádio da Chapecoense. 

Na estrada, pude observar belíssimas paisagens e cidades, ter contato com pessoas do povo extremamente amáveis, sendo que, algumas, por causa das camisas que vestíamos, bem curiosas para saber o que é o Museu da Pelada. Porém, não passaram despercebidas situações no mínimo muito questionáveis, como as gigantescas extensões das plantações de milho e soja ao longo de todo caminho; os porcos confinados em muitos caminhões exalando um fedor indescritível pelas rodovias; cidades minúsculas, e a reserva indígena Xapecó (isso mesmo, a tribo é com "x", a cidade com "ch"), com muita gente com cara de índio, mas vivendo em verdadeiras favelas em condições degradantes que nada têm a ver com a cultura indígena, que deve sim ser preservada para que haja verdadeiramente proteção das nossas florestas nas terras demarcadas.


Como está no título desta postagem, foi uma viagem que guardarei em minha memória até o último dos meus dias. A trabalho foi certamente a melhor que fiz em todos os sentidos. Portanto, só tenho a agradecer por esta oportunidade de unir o meu trabalho a tantos sentimentos, sensações, descobertas e conhecimentos.


Veja também:
Oceano de memórias em "O negro crepúsculo"

Wikipedia

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