sexta-feira, 15 de setembro de 2017

PENSO, LOGO SINTO 32

A Guerra Fria acabou? Capitalistas ainda querem nos livrar de comunistas. Comunistas continuam desejando nos livrar de capitalistas. Quem nos livra de tão estreita visão de mundo, da vida?

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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O FLA-FLU NO JOGADA DE MÚSICA

O último episódio do quadro Jogada de Música apresentado no extinto programa da Rádio Globo Panorama Esportivo do Pop Bola teve como tema o Fla-Flu, no dia 7 de maio, poucas horas após a decisão do Campeonato Carioca deste ano. No vídeo abaixo, com pesquisa de imagens e edição de Lucas Neiva, você poderá ouvir histórias e músicas sobre este grande clássico do futebol.

Na última terça-feira o quadro reestreou na mesma Rádio Globo, no programa Zona Mista, apresentado pelo pessoal do Pop Bola, tendo Garrincha e o surgimento do "olé" no futebol como tema. Na próxima quarta (6/9) - excepcionalmente, pois na terça haverá a transmissão de Colômbia x Brasil pelas eliminatórias da Copa 2018 -, outro gênio será lembrado com as músicas feitas em sua homenagem. Não perca!



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Um Fla-Flu e um herói quase esquecidos no tempo

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

JOGADA DE MÚSICA ESTÁ DE VOLTA

Nesta terça-feira, dia 29, a História do futebol brasileiro voltará a ser cantada e tocada na Rádio Globo. Depois de fazer parte do extinto programa Panorama Esportivo do Pop Bola, entre 29 de janeiro e 7 de maio deste ano, o Jogada de Música retorna em grande estilo, desta vez no Zona Mista, novamente com o pessoal do Pop Bola. Neste primeiro episódio de retorno do quadro, que será apresentado sempre às terças, músicas em homenagem a um dos maiores gênios do futebol de todos os tempos e como surgiu uma expressão que todo torcedor adora gritar nos estádios. O programa vai ao ar de segunda à sexta, das 18h às 20h. Para ouvir a Rádio Globo: http://radioglobo.globo.com/# .

Jogada de Música é fruto de um trabalho de pesquisa que realizo desde o fim de 2015 sobre a História do futebol brasileiro e as músicas que ajudam a contá-la. Além desta volta ao rádio, em breve haverá muitas novidades sobre este projeto, que tem muita coisa para contar, cantar e tocar, de primeira. Aguarde!

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Garrincha, 77

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

ZICO CANTANDO DE GALO NO JOGADA DE MÚSICA

No último 5 de março, dois dias após o seu aniversário de 64 anos, Zico foi o tema do Jogada de Música, quadro que foi ao ar entre 29 de janeiro e 30 de abril deste ano no extinto programa da Rádio Globo Panorama Esportivo do Pop Bola. O Galinho de Quintino é um dos jogadores brasileiros mais lembrados pelos compositores brasileiros, muitos deles do primeiro time da MPB. Não só foi homenageado em músicas inteiras, como fizeram Jorge Benjor, Moraes Moreira, Alexandre Pires e Carlinhos Vergueiro, como é citado em algumas delas, como em composições da dupla João Bosco e Aldir Blanc e de Erasmo Carlos.
Ouça no vídeo abaixo (ou no YouTube), curtindo a seleção de imagens e a edição feitas por Lucas Neiva. Este foi o terceiro episódio da série e começa com um gol histórico de Zico, narrado pelo saudoso Jorge Cury. Divirta-se!



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Templos e espetáculos

terça-feira, 8 de agosto de 2017

TOSTÃO, MILTON E KID MORENGUEIRA NO JOGADA DE MÚSICA

No ar de 29 de janeiro a 30 de abril deste ano, o Jogada de Música foi um quadro do extinto programa da Rádio Globo do Rio de Janeiro Panorama Esportivo do Pop Bola. No segundo episódio, que foi ao ar no dia 19 de fevereiro, Tostão, Milton Nascimento e Moreira da Silva fizeram uma triangulação perfeita. Com edição do vídeo e pesquisa de fotos de Lucas Neiva, você pode ver e ouvir abaixo ou no meu canal do YouTube. A produção é de Alexandre Araújo e a narração, de Alexandre Tavares.

O Jogada de Música é fruto de um trabalho de pesquisa que realizo desde o fim de 2015 sobre a História do futebol brasileiro e as músicas que ajudam a contá-la. Em breve, haverá muitas novidades sobre este projeto que une duas das maiores paixões nacionais: o futebol e a música. 



Correção: Tostão sofreu um descolamento (e não deslocamento) de retina.

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

domingo, 9 de julho de 2017

A SÍNDROME DO FUTEBOL

"O outro é seu espelho", retirado deste site:
https://www.o-curador.com/
No auge da minha vida como torcedor, naqueles anos em que minha paixão pelo futebol foi mais latente, entre os 7, 8 até 21, 22 anos, havia algo que me incomodava um pouco toda vez que vibrava muito com uma grande vitória ou conquista do meu time. Ficava e continuava alegre, mas dentro de mim havia um vácuo que, creio até ter identificado em alguns daqueles momentos, embora tenha deixado de lado com o passar do tempo. Trabalhei dentro do futebol como jornalista a partir do início dos anos 90 até 2013, com poucas interrupções. E conhecendo melhor tudo o que move este esporte que virou um grande (e muitas vezes escuso) negócio - justamente porque move paixões exacerbadas -, e observando bem colegas, amigos, conhecidos e até desconhecidos, fui tomando maior consciência do que significava aquele vazio em mim nos grandes momentos de glória do meu time: eu não havia conquistado nada.

Esta talvez seja a grande questão que faz das torcidas de futebol ao mesmo tempo um espetáculo lindo e também um cenário de horror pior que as piores selvagerias coletivas. O torcedor de futebol raramente é um apaixonado por futebol. E muitas vezes nem é apaixonado pelo seu time. Explico melhor um corriqueiro caso específico: a pessoa tem um time desde criança, porque seus amigos também têm, e passa algumas vezes boa parte da infância e até da adolescência sem dar muita atenção àquilo. Porém, quando as frustrações da vida adulta começam a bater à sua porta, passam a lhe corroer as entranhas, quando percebe que o tempo está passando e ele pouco se realiza, ou nada preenche o enorme vazio que construiu para a sua vida, agarra-se àquela ilusão infantilóide e perversa de que o time de futebol vai redimir tudo aquilo que ele não realizou e não faz para alcançar.

Vi isso muitas vezes não só nos estádios de futebol, nas mesas de bar, até mesmo nas redações em que trabalhei, e recentemente nas redes sociais, mas também nas peladas que joguei e deixei de jogar justamente porque queria me divertir e não mais disputar uma "final de Copa do Mundo" - sonho que já havia deixado para trás nos tempos em que vivia o tal auge como torcedor. É complexo lidar com uma massa de olhos vendados por uma ilusão a preencher vazios existenciais. E muito rentável também. Muito, mas para poucos. Isso só gera desilusão, frustração, e a violência advém daí, porque este tipo de torcedor, o que se agarra à superação de seus rancores por intermédio das vitórias e conquistas de seu clube não pretende só ser feliz com a felicidade que pensa ter, porque ela é insuficiente, afinal uma ilusão no fim das contas nada preenche. Ele quer ser feliz com a infelicidade do outro, do adversário, do rival, que na sua cabeça doentia é um inimigo. E busca no seu ódio por si mesmo provocar, xingar, ofender e agredir fisicamente o outro, aquele que veste a camisa "inimiga". Destilada a sua ira no espancamento, tiro, uso de arma branca ou fogos de artifício, o ato final, ele ainda crê em sua redenção. É a demência brutal e perversa alimentando a estupidez, a ignorância, a crueldade.

Sempre fui apaixonado por futebol - e continuo sendo, embora muito decepcionado com o nível técnico dos times brasileiros nas últimas décadas. E mais ainda com o show de horrores que esses pseudo-torcedores vêm protagonizando dentro e fora dos estádios já há muitos anos. Sempre assistia com prazer a jogos dos mais variados times e campeonatos do Brasil nos meus áureos tempos de torcedor. Acompanhei e vibrei muito com muito do que vi nos estádios e pela TV ou ouvi pelo rádio, um companheiro inseparável naqueles tempos. No entanto, havia o tal vácuo e tomei consciência dele. Há tempos, ele não existe mais, porque percebi que tenho de preencher meus vazios existenciais com minhas conquistas pessoais e fazer com que elas - na medida do possível - ajudem outras pessoas a se sentirem assim também. E não falo de sucesso profissional apenas, mas em todos os campos. E isso é uma busca incessante, que não acaba, só com a morte - ou talvez nem com ela, se significar um renascimento. Fico alegre com as vitórias e conquistas do meu time, sim - bem raras ultimamente, diga-se -, mas não faço disso a minha vida. Não mais.

Umberto Eco disse que a internet deu voz aos idiotas. Só que as arquibancadas dos estádios de futebol já haviam feito isso há muitas décadas. E as cenas medonhas se repetem a cada rodada, seja na primeira ou na última divisão.


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Das peladas de rua às arenas
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

ESTILHAÇOS 17

Atordoado com dias tão surpreendentemente iguais em suas pequenas diversidades - e adversidades -, passados veloz-lentamente como se fossem aviões, andorinhas ou pardais, sem qualquer boa novidade para receber ou contar, eu me recolho ao pasmado passado espremido em minha mente sombria e em meu peito, apertado. E só aí me dou conta de dias atrás, mas num instante agora, que minha única saída é voltar aonde nunca estive e sempre apreciei tanto. Agora, mesmo que seja depois. Mas tem de ser agora. Agora quando?

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Estilhaços


quinta-feira, 29 de junho de 2017

ARIANO SUASSUNA E A GUITARRA

Foto da revista Veja
Após assistir na internet ao programa Conversa com Bial do último dia 16, quando o apresentador da TV Globo fez uma homenagem aos 90 anos de nascimento de Ariano Suassuna, entrevistando o diretor de TV e cinema Guel Arraes, o diretor e ator Luiz Carlos Vasconcelos e o jornalista Gerson Camarotti, é que me dei conta de que o grande intelectual e artista pernambucano nascido na Paraíba seria o único a ter autoridade para fazer uma marcha contra a guitarra. Seria a passeata de um homem só (mas muito poderoso, no bom sentido da palavra). Pela sua conduta de vida inteira, só ele não pareceria ridículo, como o jornalista e compositor Sergio Cabral admitiu ter sido em entrevista, anos depois.

Abre parênteses: para quem não sabe, no dia 17 de julho de 1967 - portanto em plena ditadura militar -, artistas e intelectuais resolveram protestar contra a guitarra elétrica numa passeata pelas ruas de São Paulo. Muitos dos artistas que lá estiveram depois passaram a usar e a abusar do instrumento em suas músicas, reconhecendo de alguma forma o seu erro. Gilberto Gil, inclusive, foi acompanhado pelos Mutantes em outubro daquele mesmo ano no histórico Festival da TV Record para defender "Domingo no Parque". O movimento foi liderado por artistas que admiro muito: Elis Regina, Jair Rodrigues, Zé Keti, Geraldo Vandré, Edu Lobo, MPB-4 e o próprio Gil, que muitos anos depois confessou que só foi à passeata por estar cego de paixão por Elis. O principal slogan da turma era "Defender o que é nosso". Lúcida, Nara Leão chegou a comentar com Caetano Veloso que aquele protesto parecia uma manifestação integralista. Ambos, obviamente, ficaram fora. Fecha.

Foto: Wilman /UH /Folhapress
Como já escrevi várias vezes, não concordava com a aversão de Ariano à guitarra e à música pop estrangeira. Porém, ele ainda é fundamental para a defesa da cultura popular brasileira e seus argumentos e ações sempre foram coerentes e muito fortes neste sentido. Por mais paradoxal que possa parecer, mesmo discordando dele neste aspecto, continuarei defendendo a ampla divulgação de sua posição, pois ela barra de alguma forma o extremismo oposto, bastante nocivo, pois reflete a progressão geométrica da aculturação do povo brasileiro ao longo dos últimos 40, 50 anos. E também seguirei defendendo que as peças de Ariano sejam encenadas semanalmente em todas as grandes praças do país.

Claudio Venturini. Crédito na foto
Ainda sobre o assunto guitarra elétrica: no sábado passado assisti ao show do 14 Bis com participação de Beto Guedes e de Sergio Hinds, ex-guitarrista de O Terço, e posso afirmar sem medo de errar que Claudio Venturini já é um dos maiores guitarristas brasileiros de todos os tempos. Antes que algum gato mestre (e como há "master cat" por aí!) torça os bigodes, sugiro que assistam ao mineiro em ação.

Enquanto isso, soube hoje que nos Estados Unidos a venda de guitarras caiu 30%. No Brasil não se tem notícia, mas creio que com a crise econômica (bem diminuta em relação à moral e política) tenha havido uma queda também. Porém, gostaria que a garotada, além da guitarra e outros instrumentos elétricos e eletrônicos, abrisse seus ouvidos, mente e coração para violinos, violoncelos, oboés, clarinetes, rabecas, viola sertaneja, bandolins...

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Ariano Suassuna é eterno

domingo, 11 de junho de 2017

PENSO, LOGO SINTO 30

É árdua, dolorosa, porém imprescindível, a tarefa de tornar as pequenas vitórias do dia-a-dia maiores do que as gigantescas e dilacerantes derrotas da vida.
Ilustração copiada deste link: http://andersonalsan.blogspot.com.br/2014/04/rosa-no-deserto.html
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Penso, logo sinto 14
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Esquizofrenia

segunda-feira, 5 de junho de 2017

OCEANO DE MEMÓRIAS EM "O NEGRO CREPÚSCULO"

As livres e profundas imaginações que rodeavam minha mente de criança hoje me escapam. Com elas reconquistaria o mundo, mas ainda creio sinceramente que num esforço incomum possa recuperá-las. Não exatamente aquelas, mas o mesmo modo de divagar pelo interior mais recôndito das sombras da memória e atingir meu ser mais verdadeiro. É árduo o caminho que terei a percorrer. Pedregoso quando precisar fluir; fluido quando necessitar de chão; desértico e arenoso quando estiver com sede; gélido quando precisar me aquecer.

Mergulhar no oceano de memórias é uma decisão – voluntária ou não – que pode não me levar à terra prometida, aquela que eu mesmo me prometo agora. Nem uma ilha pode ser que eu aviste. Ou, por outra, ao lançar-me na imensidão arenosa que me levará a estes pensamentos não me esperam oásis. O pavor das trevas e o esplendor temeroso do sol inclemente podem me levar a razão ou à razão. Não espero facilidades nessa longa viagem. Não há qualquer conforto. Vou a pé e descalço, nu. Não há outra alternativa para quem escolhe encontrar a verdade de seu próprio ser. Não, não tenho medo de vasculhar minhas cavernas. Porém, posso não voltar. É o risco que se corre, e estou disposto a enfrentá-lo.

Este texto acima faz parte do livro "O negro crepúsculo", o segundo de minha autoria. Para adquirir o ebook no Brasil, basta clicar na capa aí em cima. O livro digital ainda pode ser encontrado na Amazon de mais 12 países: EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, Holanda, Canadá, México, Índia e Japão.

O livro físico está à venda nos seguintes países: EUA (http://goo.gl/KOqvBk), Reino Unido (http://goo.gl/Xhc9FV), Alemanha (http://goo.gl/KRKkIK), França (http://goo.gl/bxqyWq), Espanha (http://goo.gl/4c2qni), Itália (http://goo.gl/drDLO9) e Japão (https://goo.gl/WG6juW).

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terça-feira, 9 de maio de 2017

PENSO, LOGO SINTO 29

A saída para a Humanidade não está à direita, nem à esquerda, tampouco ao centro. Todas estas portas foram trancafiadas, emperradas pela ação do tempo. A única solução para o ser humano é elevar-se, despindo-se completamente de seus ódios, suas mágoas, seus ressentimentos, suas mesquinharias e as certezas absolutas.


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terça-feira, 18 de abril de 2017

A PREMONIÇÃO LITERÁRIA DE UM CRIME NO FUTEBOL

No último domingo foi ao ar, no quadro Jogada de Música do programa da Rádio Globo Panorama Esportivo do Pop Bola, uma das boas surpresas que tive na pesquisa que estou realizando desde o fim de 2015 sobre a História do futebol brasileiro e as músicas que ajudam a contá-la: o roubo da Taça Jules Rimet foi profetizado pelo escritor mineiro Henrique Pongetti quase 20 anos antes do crime ocorrido na noite de 19 de dezembro de 1983. Porém, Pongetti nem pôde saber disso, pois faleceu em 1979, aos 81 anos de idade. 

A premonição literária foi registrada no conto “O roubo da Taça Jules Rimet” publicado originalmente em 1964 no livro “Inverno em Biquíni”, e relata em primeira pessoa um estranho sonho, no qual o troféu, que só seria conquistado em definitivo pelo Brasil em 1970, teria desaparecido da sede da então CBD, que se tornaria CBF no fim dos anos 70. Depois de fracassadas todas as investigações policiais e a decisão da Fifa de punir a seleção brasileira com a exclusão das três Copas seguintes, a taça aparece repentinamente na sede da Federação Metropolitana de Lambretistas, em Copacabana, “intacta e muito bem cuidada”. 

Pongetti escreveu: “... alguns jovens transviados a converteram em troféu secreto de uma disputa de ases da lambreta”. No fim do conto, o narrador da história é incumbido de levar a taça a Paris, mas acaba preso. No quadro de domingo, além de literatura, futebol e crime, teve música, como sempre, e cinema. Incluí ainda o samba da Caprichosos de Pilares de 1985, "E por falar em saudade" ("...e derreteram a taça na maior cara de pau. Bota, bota, bota fogo nisso..."), e o filme "O roubo da taça", com a sua música tema e a que o encerra: "Pecado Capital", de Paulinho da Viola.

Além deste, foram apresentados outros três episódios desde a estreia, no fim de janeiro: Pixinguinha e a homenagem ao primeiro grande título da seleção brasileira, o Campeonato Sul-Americano de 1919; Tostão na bola e nas músicas de Milton Nascimento e Moreira da Silva, e Zico, com as muitas canções feitas para reverenciá-lo. Estas e outras muitas histórias e músicas sobre o futebol brasileiro vêm sendo apresentados nas noites de domingo, e em breve virão outras novidades com relação a este trabalho, que realizo com grande prazer e que foi abraçado por Alexandre Araújo, apresentador do Pop Bola e do Panorama Esportivo do Pop Bola e produtor do Jogada de Música. 

Convido todo mundo a prestigiar o Jogada de Música. Inclusive os potenciais patrocinadores. O medo só alimenta o monstro da crise.

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sábado, 1 de abril de 2017

"O NEGRO CREPÚSCULO" SAIU EM PAPEL

Um ano após ter sido lançado em ebook (http://goo.gl/SdKSqU), "O negro crepúsculo", segundo livro de minha autoria, está à disposição no formato tradicional para os leitores interessados. Agora este romance escrito em prosa e versos, com a pele à flor da alma, pode ser manuseado, lido da forma que a grande maioria mais gosta e até cheirado, como muitos apreciam.

O livro está à venda na Amazon.com: http://goo.gl/KOqvBk. E também na Amazon de Reino Unido (http://goo.gl/Xhc9FV), Alemanha (http://goo.gl/KRKkIK), França (http://goo.gl/bxqyWq), Espanha (http://goo.gl/4c2qni), Itália (http://goo.gl/drDLO9) e Japão (https://goo.gl/WG6juW). 

Espalhe a boa nova, agradeço muito desde já!

"Já escrevi (e, com prazer, escrevo de novo) que o carioca Eduardo Lamas é um dos mais talentosos escritores de sua geração, com trânsito em diversos estilos e texturas...". (Luiz Antonio Mello, jornalista, escritor, produtor, radialista criador da Fluminense FM)

"... fiquei bastante impressionado com O Negro Crepúsculo. O autor consegue unir poesia e romance/crônica num estilo bem original. Recomendo muito a leitura". (Bruno Lobo, jornalista, editor do Globoesporte.com)

"Dono de uma primorosa capacidade de trafegar entre a ficção e a poesia, Eduardo Lamas escreveu um romance onde o mote é a busca pelo amor... Altamente recomendado para quem acha que a paixão move o planeta!". (Marcus Veras, jornalista, escritor e empresário do ramo de Comunicação na área cultural)

"Escrevo para não sucumbir".

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