Com "Gasolina no Incêndio" pretendo provocar quem aqui venha, mexer com os brios mesmo. Incomode-se, reclame e até xingue se achar necessário, mas aqui não cabe a indiferença. Não vou censurar nenhum comentário, mas assuma-se, não se esconda no anonimato (in)conveniente, nem com apelidos irreconhecíveis. A décima-terceira questão-provocação é a seguinte:
Deus tem religião? Afinal, qual é a religião de Deus?
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Estilhaços 4
Gasolina no incêndio 7
Penso, logo sinto 3
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
terça-feira, 2 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
QUESTÃO EM QUESTÃO 3
Será que algum dia o ser humano conseguirá recuperar imagens e sons que nunca foram gravados?
Foto: João (http://olhares.uol.com.br/loboalfa)
Veja também:
Penso, logo sinto
Gasolina no incêndio 11
quinta-feira, 28 de março de 2013
QUESTÃO EM QUESTÃO 2
Onde está o princípio da vida? Onde termina a morte?
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Questão em questão
O jornalismo em questão
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Monólogos 13
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domingo, 17 de março de 2013
ANNA KARENINA: CINEMA, TEATRO, MÚSICA, DANÇA, LITERATURA...
"Anna Karenina", filme baseado no clássico do escritor russo Leon Tolstói, me deixou surpreso e muito satisfeito. Uma produção hollywoodiana que foge aos padrões, com as cenas se deslocando de dentro de um teatro (não só palco, mas todas as áreas internas) para locações numa agilidade precisa. A decisão do diretor Joe Wright de usar a linguagem expressionista em muitas cenas pode causar estranheza, mas considero bastante acertada esta opção, pois além de destacar as sensações dos personagens, permite ao espectador uma visão distanciada da obra, sem a catarse emocional que a imensa maioria das produções americanas traz.
Se não chega a haver brilhantismo nas atuações, figurinos, cenários, músicas e danças são de uma beleza literalmente estonteante. Recomendo o filme especialmente ao público viciado na xaropada sentimental de Hollywood, que terá a chance de conhecer algo diferente e abrir a cabeça e a visão para outras possibilidades. Estimulado pelo filme, vou agora - quase 15 anos depois de comprado o livro - mergulhar novamente na literatura de Tolstói, autor também de "Guerra e Paz" e "A morte de Ivan Ilitch", que já tive muito prazer de ler.
Veja também: Clarice Niskier, de corpo e alma
A brutal delicadeza de Kieslowski
Homenagem ao teatro
Se não chega a haver brilhantismo nas atuações, figurinos, cenários, músicas e danças são de uma beleza literalmente estonteante. Recomendo o filme especialmente ao público viciado na xaropada sentimental de Hollywood, que terá a chance de conhecer algo diferente e abrir a cabeça e a visão para outras possibilidades. Estimulado pelo filme, vou agora - quase 15 anos depois de comprado o livro - mergulhar novamente na literatura de Tolstói, autor também de "Guerra e Paz" e "A morte de Ivan Ilitch", que já tive muito prazer de ler.
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