Em poucos dias, entre o fim de julho e o início de agosto, me deparei com cenas inusitadas ao meu redor aqui em Florianópolis que não pude deixar de registrar com meu celular velho de guerra. E, por tão curiosas, estranhas cenas e até engraçadas, resolvi trazer aqui para a série Olhares Alhures e, pela primeira vez, fazer um texto introdutório. Mas não vou descrevê-las, porque acho que seria como explicar a piada, certo? Outra decisão foi voltar a dar um título para elas, algo que havia parado de fazer, limitando-me ao número da postagem da série. Considerei, afinal, que este inusitado do cotidiano merecia. Concorda?
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
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Foto 1 bizarro, foto 2 interessante, foto 3 stretch art. Kkkkk
ResponderExcluirÉ cada coisa que a gente encontra, né, Léo? Obrigado, meu irmão, volte sempre. Abração.
ExcluirTambém gosto de registrar esses "flagrantes", menos com fotos e mais com relatos.
ResponderExcluirEu também só escrevia, mas com a câmera no bolso e uma ideia surgindo a cada esquina fica mais fácil registrar com fotos também. Obrigado, meu amigo Écio. Abs.
ExcluirCaramba! O que um varal de pé foi fazer no telhado? Só um ciclone! rsrs...isso que é amor a uma árvore, heim...kkk...e por que não descartar como utilidade pública, o "banco" do preguiçoso. 🤪
ResponderExcluirFoi a mesma pergunta que me fiz quando vi a cena no telhado da casa aqui do lado, Regina. E nem ventou tanto naqueles dias, mas pode ter sido antes quando ventou muito e eu só vi depois. Ainda está lá.rsrs A Natureza agradece a gentileza, né? Mas o local onde está aquele banheiro é belíssimo, merecida preservação. E na mais recente foto, evitei mostrar como estava a privada pública por dentro.rsrs Bjs, obrigado por mais essa visita e o comentário.
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