Não me apego ao livro como objeto. Há quem goste de senti-lo nas mãos, até cheirá-lo. Eu só quero lê-lo. O que me interessa necessariamente é o que ele contém, suas palavras, suas frases, suas idéias, suas imagens.
Veja também:
A grandiosidade de Victor Hugo
Poesia sem versos
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
ESTILHAÇOS 2
Eu me interesso bem mais pelas sombras, pelo lado oculto do ser, do que por aquilo que ele irradia. Isto já está presente em mim desde a infância.
Ilustração: gravura de Oswaldo Goeldi (quem souber o nome me informe, por favor)
Veja também: tudo o que foi publicado em setembro de 2011
Ilustração: gravura de Oswaldo Goeldi (quem souber o nome me informe, por favor)
Veja também: tudo o que foi publicado em setembro de 2011
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
GASOLINA NO INCÊNDIO 12
Com "Gasolina no Incêndio" pretendo provocar quem aqui venha, mexer com os brios mesmo. Incomode-se, reclame e até xingue se achar necessário, mas aqui não cabe a indiferença. Não vou censurar nenhum comentário, mas assuma-se, não se esconda no anonimato (in)conveniente, nem com apelidos irreconhecíveis. A décima-segunda questão-provocação é a seguinte:
Uma sociedade (ou um grupo social) que não respeita nada, nem ninguém, que em nome da defesa - algumas vezes até legítima - de seus direitos atropela sem se importar com os dos demais (que seja de uma só pessoa), é tão repugnante quanto a mais feroz ditadura.
Veja também:
Gasolina no incêndio 3
Penso, logo sinto 3
Brasil, um edifício que cresce sobre frágeis alicerces
Uma sociedade (ou um grupo social) que não respeita nada, nem ninguém, que em nome da defesa - algumas vezes até legítima - de seus direitos atropela sem se importar com os dos demais (que seja de uma só pessoa), é tão repugnante quanto a mais feroz ditadura.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
AGRADECIMENTO A ALTAMIRO
Dizem que pedido de amigo é uma ordem. Meu irmão Bruno Lobo me pediu que escrevesse aqui sobre Altamiro Carrilho porque não tem blog (deveria ter, deveria), portanto, a ordem foi dada e já está sendo cumprida. Sempre procurei evitar que o blog virasse um obituário, ainda mais em épocas sombrias como esta, quando no espaço de poucos dias se foram grandes músicos, como o flautista que é tema deste texto, Severino Araújo e Celso Blues Boy, que acabou motivando, em meio à consternação de sua morte, o encontro de amigos que citei na postagem Conexões.
Não desfilarei aqui as virtudes, muito menos a biografia de Altamiro Carrilho, porque isso felizmente alguns sites e jornais fizeram bem, embora seja sempre muito pouco para alguém de uma dimensão incalculável. Queria, mesmo que tardiamente, fazer um agradecimento ao grande flautista por ter com o CD "Flauta Maravilhosa", de1996, tornado mais ameno alguns dos dias mais duros de minha vida. Já conhecia algumas músicas altamiranas até aquele difícil ano de 1998, lembrando que chorinho pouco se toca em rádio - e quase nada na TV - desde sempre e que não havia a internet com toda a expansão que há hoje com acesso fácil a tudo o que se refere a música.
Naquele que foi um dos dois piores anos da minha vida, estando fora de minha casa com minha família por circunstâncias que não vem ao caso comentar - e agradecendo eternamente a hospedagem e a atenção que recebemos durante três messes de dona Lêda Cid Maia e seus filhos - ouvi pela primeira vez um "álbum" inteiro de Altamiro, justamente o citado acima. Foi um bálsamo, que me motivou a comprar posteriormente o mesmo CD e uma coletânea e sempre exaltar a obra desse grandioso músico. Aqui presto minha humilde homenagem e faço o meu agradecimento por ter tornado melhores dias tão duros. Como ele bem disse, em um especial da TV Cultura, seu nome deveria ser Flautamiro. Viva Altamiro! Altamiro vive.
Fiquem abaixo com Altamiro demonstrando todo seu talento e toda sua vitalidade aos 85 anos em show de maio de 2010, com direito a um solo de percursão e bateria de Eber de Freitas.
Ilustração: capa do CD "Flauta Maravilhosa" (1996), de Altamiro Carrilho.
Vídeos: 1- imagens de MarDeIdeias e música "Bem-te-vi tristonho", de e com Altamiro Carrilho, música do CD "Flauta Maravilhosa; 2- "Urubu Malandro" (Louro), com Altamiro Carrilho.
Veja também:
Adiós, La Negra
Villa-Lobos, o pai da MPB
Nina Simone, a sacerdotisa do jazz
Os sopros mágicos de Carlos Malta
Tardes de outono
Não desfilarei aqui as virtudes, muito menos a biografia de Altamiro Carrilho, porque isso felizmente alguns sites e jornais fizeram bem, embora seja sempre muito pouco para alguém de uma dimensão incalculável. Queria, mesmo que tardiamente, fazer um agradecimento ao grande flautista por ter com o CD "Flauta Maravilhosa", de1996, tornado mais ameno alguns dos dias mais duros de minha vida. Já conhecia algumas músicas altamiranas até aquele difícil ano de 1998, lembrando que chorinho pouco se toca em rádio - e quase nada na TV - desde sempre e que não havia a internet com toda a expansão que há hoje com acesso fácil a tudo o que se refere a música.
Naquele que foi um dos dois piores anos da minha vida, estando fora de minha casa com minha família por circunstâncias que não vem ao caso comentar - e agradecendo eternamente a hospedagem e a atenção que recebemos durante três messes de dona Lêda Cid Maia e seus filhos - ouvi pela primeira vez um "álbum" inteiro de Altamiro, justamente o citado acima. Foi um bálsamo, que me motivou a comprar posteriormente o mesmo CD e uma coletânea e sempre exaltar a obra desse grandioso músico. Aqui presto minha humilde homenagem e faço o meu agradecimento por ter tornado melhores dias tão duros. Como ele bem disse, em um especial da TV Cultura, seu nome deveria ser Flautamiro. Viva Altamiro! Altamiro vive.
Fiquem abaixo com Altamiro demonstrando todo seu talento e toda sua vitalidade aos 85 anos em show de maio de 2010, com direito a um solo de percursão e bateria de Eber de Freitas.
Ilustração: capa do CD "Flauta Maravilhosa" (1996), de Altamiro Carrilho.
Vídeos: 1- imagens de MarDeIdeias e música "Bem-te-vi tristonho", de e com Altamiro Carrilho, música do CD "Flauta Maravilhosa; 2- "Urubu Malandro" (Louro), com Altamiro Carrilho.
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