Li recentemente no jornal “O Globo” uma entrevista do biólogo Richard Dawkins, defensor ferrenho e propagador do ateísmo. Antes já soubera que ele fora um grande sucesso na mais recente Flip - Feira Literária de Paraty (RJ). Para quem é ateu e já escreveu um artigo, publicado na seção de cartas da revista “Caros Amigos” poucos dias depois do trágico 11 de setembro de 2001 sob o título “Esqueçam Deus”, sinto-me inteiramente à vontade para criticar Dawkins por vários aspectos de seus pensamentos e ideais.
Primeiramente, a presunção preconceituosa de que ateus são mais inteligentes do que religiosos. É tão estúpida a afirmação que nem vou me alongar muito sobre ela. Desconsiderar a inteligência daqueles que buscam entender a vida por outras vias - não falo dos comerciantes da fé, muito menos dos senhores das guerras santas, que fique bem claro – digamos menos concretas, visíveis, daqueles que estudam o obscuro, o misterioso, e ainda chamar a Bíblia de “livro horrível”, é de uma sandice atroz. Você pode se opor aos dogmas religiosos e ao criacionismo, aqueles que instituem como verdade única a sua crença. Mas o que faz Dawkins? O pensamento deste biólogo esconde sob um véu transparente que nada oculta exatamente um dogma que pode ser considerado uma nova religião. Muito bem perguntado sobre isso, se não estava fundando uma pseudo-religião com sua insistente propagação do ateísmo, ele fugiu da pergunta dizendo: “Nós não precisamos de uma religião”.
Dawkins é também defensor voraz da razão, parece desprezar qualquer ação movida com emoção e desconsiderar a existência de motivações sem razões aparentes ou acasos, coincidências, destino ou poesia (cada um que chame como quiser). Tudo, para ele, é preciso explicar à luz da razão. Como creio na dualidade, na extrema sabedoria do I Ching (yin e yang), não concebo separação entre razão e emoção. É monolítico o pensar apenas sem o sentir, como seria sentir sem pensar. Creio no desequilíbrio dentro do equilíbrio e vice-versa. Como bem disse Raduan Nassar por intermédio de um personagem de “Lavoura Arcaica”: “em toda ordem há uma semente de desordem”.
O biólogo se mostra obcecado pela verdade, diz que apenas quer descobrir a verdade, mas não consegue se dar conta que não existe a verdade. Dawkins pode entender muito sobre o evolucionismo, sobre o ser humano como corpo, mas quando despreza as religiões, a necessidade da idéia de Deus, que a fé numa força superior salvou muitos de sucumbirem (desde que o Homem é Homem) e que isso não quer dizer necessariamente que represente ignorância, mas pelo contrário, pode ser uma forma bastante inteligente de se salvar, e que sem ela a sociedade seria ainda mais caótica do que é, não tem a menor noção dos desejos e das necessidades humanas.
Um cientista que quer ver o mundo apenas à luz da razão, que desconsidera as sombras que toda luz inevitavelmente produz, está se cegando com ela, está pronunciando meia verdade. E meia verdade é mentira inteira.
Veja também:
tudo o que foi postado em julho de 2008
"Profano" conquista corações
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Gasolina no Incêndio 8
Os bichos vão se rebelar
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
ESMOLA OFICIAL
"Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais...
"Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!" (Martin Luther King, em 28/8/1963)
Por que o sistema de cotas foi criado? Para reparar injustiças ou jogá-las para debaixo do tapete? Porque o negro (de definição complexa num país mestiço como o nosso, “chovo” no molhado), que representa a maior parte da população miserável brasileira, continuará não tendo acesso às escolas e, quando tiverem, continuarão freqüentando escolas públicas cada vez mais vilipendiadas, sucateadas, programadas para valorizar as particulares e na dependência do amor de quem trabalha quase de graça e do voluntariado para sobreviver. Aliás, voluntariado este que surgiu espontaneamente devido à inoperância do Estado, que passou a usá-lo para fazer campanha política e encher de números favoráveis as estatísticas da Unesco, enquanto continua remunerando muitíssimo mal e, conseqüentemente, formando pessimamente os professores atuais e futuros.
A incompetência, a inoperância, a arrogância, a hipocrisia, a indolência, a ignorância, assim como todos os seus antônimos, não escolhem raça ou cor. Quantos negros que renegam a sua raça e a sua cultura não estão agora se "pintando" de negros? Quantos negros que jamais passarão pelas universidades, mas continuarão a ter grande influência sobre a população (como cantores e jogadores de futebol) permanecerão ignorando a sua própria História?

Por outro lado, qual é a porcentagem de negros nas plataformas mais altas das grandes empresas? E nos governos? Na presidência das escolas de samba, maior das ironias? Ínfima, quase zero, respondo sem medo de errar. Qual a porcentagem de negros na mendicância, colhendo alimentos nas lixeiras, no crime organizado e desorganizado, pousados na base cada vez mais larga dessa pirâmide social hierarquizada militarmente, no subsolo das empresas que seguem o mesmo sistema de patentes? Quase a totalidade, diria eu.
E quantos de nós, brasileiros tidos como brancos por aqui (porque no exterior seremos sempre negros ou índios, como verdadeiramente somos), não temos, apesar de renegar consciente ou inconscientemente, uma grande porcentagem de negritude? E o indígena, verdadeiro dono desta terra (e não os Orleans e Bragança que são mantidos por um imposto tão antigo quanto absurdo e que ninguém ousa questionar)? Infelizmente, o índio e o negro têm muito pouco de sua cultura preservada, graças a essa civilização pasteurizadora de comportamentos e culturas, processo também tão antigo, quanto absurdo.
A pseudo-democracia deste país é um sutil sistema de dominação que impõe a cultura que interessa aos dominadores, os detentores do capital e dos votos viciados de uma população cada vez mais adestrada para ser ignorante. A "democracia" teoricamente dá voz (voto) a todos, mas essa voz é afinada pelo diapasão do dominador, pois ela só repete o que se ouve e vê. E o que se ouve e vê é tão somente tudo o que o seu mestre mandar. E vamos obedecendo cegamente.
Recuso-me a aceitar um sistema que qualifica as pessoas pela cor de sua pele, recuso-me a aceitar, enfim, esse sistema de cotas, que não passa de uma esmola oficial, que mais se vinga e segrega do que repara. Enquanto aceitarmos esmolas de todos os tipos de governos eles continuarão dormindo de consciência tranqüila, sem cumprir os seus deveres. Prefiro fazer barulho embaixo da janela dessa gente!
Para terminar: se está na Lei deste país que é crime privilegiar ou discriminar alguém pela cor da pele, o que é a cota racial?
A ilustração foi tirada de outro blog (chamado Casa da Mãe Joana), onde não havia crédito.
A base deste texto foi escrita logo que as cotas começaram a ser aprovadas, no governo do presidente anterior.
Veja também:
Os bichos vão se rebelar
sexta-feira, 22 de maio de 2009
GASOLINA NO INCÊNDIO 7
Com "Gasolina no Incêndio" (agora também no orkut, clique aqui) pretendo provocar quem aqui venha, mexer com os brios mesmo. Incomode-se, reclame e até xingue se achar necessário, mas aqui não cabe a indiferença. Não vou censurar nenhum comentário, mas assuma-se, não se esconda no anonimato (in)conveniente, nem com apelidos irreconhecíveis. A sétima questão-provocação é a seguinte:
Para o ciumento, o ser possessivo, o que os olhos não vêem, a cabeça inventa e o coração não agüenta.
Vídeo: O Ciúme, com e de Caetano Veloso (a imagem não está boa, mas o som está, e é o que interessa)
Veja também: Gasolina no Incêndio 5
O Espírito dos Insensatos
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Monólogos 6 (Muito Próximo da Lucidez e da Loucura)
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Gasolina no Incêndio 8
Gasolina no Incêndio 9
Para o ciumento, o ser possessivo, o que os olhos não vêem, a cabeça inventa e o coração não agüenta.
Vídeo: O Ciúme, com e de Caetano Veloso (a imagem não está boa, mas o som está, e é o que interessa)
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Resultados das enquetes
"O que você acha do voto nulo num país em que é obrigatório votar?" só recebeu três votos. Dois (66%) foram para a resposta "Uma justa e eficiente forma de protesto" e um (33%) para "Uma forma de entregar o poder aos mesmos de sempre". "É apenas uma maneira de se abster de opinar" e "Essa possibilidade não deveria existir no voto eletrônico" não receberam voto.
Sobre a pergunta "Você é dono de um jornal de bairro e descobre que seu principal anunciante comete várias irregularidades, o que você faz?", a maioria (quatro pessoas, 66%) votou em "Publico matéria denunciando as irregularidades, sem deixar de ouvir a explicação do anunciante" e duas (ou 33%) votaram na opção "Simplesmente cancelo o contrato com o anunciante, mas não publico nada a respeito". As outras três alternativas ("Deixo pra lá, afinal não dá pra continuar com o jornal sem a grana do anúncio", "Só publico matéria depois de conseguir um anunciante que o substitua" e "Publico matéria só com a versão do anunciante para não dizerem que o assunto não foi tratado no jornal") não receberam voto.
Houve unanimidade na enquete "Se você fosse (ou é) um fotógrafo ou cinegrafista e visse uma pessoa se afogando ou em grande perigo, com poucas chances de se salvar, o que você faria?": 11 pessoas votaram na opção "Largaria tudo e tentaria salvá-la ou buscar o auxílio de alguém para salvá-la.". A inspiração veio de uma seqüência de fotos publicadas nos meios de comunicação tempos atrás, em que uma mãe tentava salvar o filho de um afogamento. Aquele fotógrafo optou na hora pela opção "Agiria profissionalmente e faria o seu trabalho de registrar a imagem de um drama humano", mas pode ser que aqui ele marcasse a opção humanamente correta.
Sobre a pergunta "O que você acha das cotas raciais nas universidades e escolas do Brasil?", a maioria (cinco pessoas, 55%) votou em "Uma aberração, pois são no fundo racistas e só vão acirrar as discriminações" e duas (ou 22%) votaram na opção "Muito justas, pois ajudam a corrigir desigualdades históricas provocadas pelo racismo" e na "Somos um país mulato, melhor seria instituir cotas por renda familiar". A outra alternativa ("Não sei, tanto faz") não recebeu voto.
Sobre a pergunta "Se o seu time ganha um título com um gol claramente irregular, você...", 40% (quatro) votaram nas opções "Comemora constrangido" e "Não comemora", 20% (um) votaram em "Comemora normalmente". Ninguém votou na opção "Comemora ainda mais".
Com relação à pergunta "Se o seu time ganha um título com um gol claramente irregular, você...", 40% (quatro) votaram nas opções "Comemora constrangido" e "Não comemora", 20% (um) votaram em "Comemora normalmente". Ninguém votou na opção "Comemora ainda mais".
Na questão "Lula culpou banqueiros de pele branca e olhos azuis pela crise econômica global. O que você acha da afirmação?", 53% (sete) votaram na opção "Ele foi infeliz" e 15% (duas) em cada uma das seguintes opções: "Ele está certo", "Ele foi racista" e "Ele disse o que seus assessores mandaram dizer".
Para a pergunta "O que você acha da pena de morte?", todos que votaram (quatro, ou 100%) se disseram completamente contra. As outras opções eram "Sou a favor somente para crimes contra crianças" e "Sou completamente a favor".
A pergunta foi "Qual a sua opinião sobre o voto obrigatório?". A maioria (cinco ou 62%) votou na opção "Uma aberração, isso não é democracia"; duas pessoas (25%) escolheram a opção "Extremamente útil, pois só assim o povo exercitará sua cidadania"; uma (12%) optou por "Agora sou contra, mas já teve a sua utilidade", e ninguém marcou a opção "Tanto faz: anulo, voto em branco ou não vou lá e pago a multa".
Sobre a pergunta "O que você acha da realização da Copa do Mundo de futebol no Brasil, em 2014?", a enorme maioria (88%, ou oito votos) respondeu que "Será um prato cheio para políticos e empresários encherem o bolso com dinheiro público", e 11% (ou um voto) escolheu a opção "Será uma grande oportunidade para mostrarmos que o país pode realizar megaeventos como este". Não houve voto para as respostas "Será mais uma grande festa do futebol, como sempre" e "Será um fracasso, o Brasil não tem condições de organizar um megaevento como este".
"O mais importante é a democracia. Prefiro um senador corrupto a um Congresso fechado. Quando começa uma desmoralização política que chega a esse ponto, começam rumores: Então pra que serve isso? O importante é o Congreso funcionar melhor" (Marieta Severo). Para esta afirmação, 75% (ou três pessoas) marcaram a opção "A atriz está certa, é preciso defender a democracia a todo custo e melhorar o nível dos parlamentares com voto consciente", e 25% (ou uma pessoa) votou na alternativa "A atriz está equivocada, é preciso acabar com o Senado e manter apenas a Câmara dos Deputados". As opções "A atriz está completamente equivocada, é preciso fechar o Congresso e limpar essa sujeirada nacional" e "A atriz está certíssima, só quem sofreu na ditadura militar sabe o que é um Congresso fechado, a censura e o horror das torturas" não receberam votos.
Houve unanimidade na enquete com a questão "Um profissional deve fazer tudo o que seu chefe mandar. O que você acha disso?". Todas as dez pessoas que votaram optaram pela alternativa "Eu me recusaria a fazer algo que ferisse uma lei ou mesmo a ética". As outras foram: "É preciso ser profissional acima de tudo"; "Só se deve fazer aquilo que julgar importante e necessário", e "Não faria algo que ferisse uma lei, embora eticamente pudesse não ser correto".
"O que de pior existe na música brasileira atual?" A maioria considerou "A promiscuidade violenta do fânqui carioca", com quatro votos, ou 80%. Apenas uma pessoa votou (20%) em "A aeróbica coreografada do axé baiano". Ficaram sem votos as seguintes opções: "A pseudo-malandragem do hip hop", "A louvação açucarada do gospel", "O duplo esganiçamento vocal do sertanejo", "A pasteurização do forró eletrônico", "A deturpação do samba pelo pagode paulista" e "A pseudo-intelectualidade de protesto do rap". Houve mais opções que votos.rsrs
À pergunta "O que você achou do grupo do Brasil na Copa do Mundo de 2010 (Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal)?" apenas três pessoas responderam. Sendo que duas (66%) acredita que é "Difícil, mas a seleção se classifica em primeiro" e uma crê que será "Mole, a seleção vence os três jogos". Ninguém optou pelas alternativas "Muito difícil, a seleção se classifica em segundo" e "Ih, ferrou, a seleção vai dançar".
"Você levaria Ronaldinho Gaúcho para a Copa da África do Sul?": duas pessoas (66%) responderam que "Sim, mas para ficar no banco como opção.", e uma (33%) optou por "Não, ele já teve as suas oportunidades e não as aproveitou." Ninguém respondeu "Claro, craque sempre tem vaga na seleção", nem "De jeito algum, ele nunca jogou na seleção o que joga nos clubes."
"O que você mais gosta de ler?": Poesia, três votos (60%); Romance/Ficção e Conto, dois cada um (40%); Crônica, História em Quadrinhos, Biografia/Autobiografia/Perfil, Filosofia, História e Outro, um cada (20%), e Ficção cientíca e Noticiário, zero.
Sobre a pergunta "Você é dono de um jornal de bairro e descobre que seu principal anunciante comete várias irregularidades, o que você faz?", a maioria (quatro pessoas, 66%) votou em "Publico matéria denunciando as irregularidades, sem deixar de ouvir a explicação do anunciante" e duas (ou 33%) votaram na opção "Simplesmente cancelo o contrato com o anunciante, mas não publico nada a respeito". As outras três alternativas ("Deixo pra lá, afinal não dá pra continuar com o jornal sem a grana do anúncio", "Só publico matéria depois de conseguir um anunciante que o substitua" e "Publico matéria só com a versão do anunciante para não dizerem que o assunto não foi tratado no jornal") não receberam voto.
Houve unanimidade na enquete "Se você fosse (ou é) um fotógrafo ou cinegrafista e visse uma pessoa se afogando ou em grande perigo, com poucas chances de se salvar, o que você faria?": 11 pessoas votaram na opção "Largaria tudo e tentaria salvá-la ou buscar o auxílio de alguém para salvá-la.". A inspiração veio de uma seqüência de fotos publicadas nos meios de comunicação tempos atrás, em que uma mãe tentava salvar o filho de um afogamento. Aquele fotógrafo optou na hora pela opção "Agiria profissionalmente e faria o seu trabalho de registrar a imagem de um drama humano", mas pode ser que aqui ele marcasse a opção humanamente correta.
Sobre a pergunta "O que você acha das cotas raciais nas universidades e escolas do Brasil?", a maioria (cinco pessoas, 55%) votou em "Uma aberração, pois são no fundo racistas e só vão acirrar as discriminações" e duas (ou 22%) votaram na opção "Muito justas, pois ajudam a corrigir desigualdades históricas provocadas pelo racismo" e na "Somos um país mulato, melhor seria instituir cotas por renda familiar". A outra alternativa ("Não sei, tanto faz") não recebeu voto.
Sobre a pergunta "Se o seu time ganha um título com um gol claramente irregular, você...", 40% (quatro) votaram nas opções "Comemora constrangido" e "Não comemora", 20% (um) votaram em "Comemora normalmente". Ninguém votou na opção "Comemora ainda mais".
Com relação à pergunta "Se o seu time ganha um título com um gol claramente irregular, você...", 40% (quatro) votaram nas opções "Comemora constrangido" e "Não comemora", 20% (um) votaram em "Comemora normalmente". Ninguém votou na opção "Comemora ainda mais".
Na questão "Lula culpou banqueiros de pele branca e olhos azuis pela crise econômica global. O que você acha da afirmação?", 53% (sete) votaram na opção "Ele foi infeliz" e 15% (duas) em cada uma das seguintes opções: "Ele está certo", "Ele foi racista" e "Ele disse o que seus assessores mandaram dizer".
Para a pergunta "O que você acha da pena de morte?", todos que votaram (quatro, ou 100%) se disseram completamente contra. As outras opções eram "Sou a favor somente para crimes contra crianças" e "Sou completamente a favor".
A pergunta foi "Qual a sua opinião sobre o voto obrigatório?". A maioria (cinco ou 62%) votou na opção "Uma aberração, isso não é democracia"; duas pessoas (25%) escolheram a opção "Extremamente útil, pois só assim o povo exercitará sua cidadania"; uma (12%) optou por "Agora sou contra, mas já teve a sua utilidade", e ninguém marcou a opção "Tanto faz: anulo, voto em branco ou não vou lá e pago a multa".
Sobre a pergunta "O que você acha da realização da Copa do Mundo de futebol no Brasil, em 2014?", a enorme maioria (88%, ou oito votos) respondeu que "Será um prato cheio para políticos e empresários encherem o bolso com dinheiro público", e 11% (ou um voto) escolheu a opção "Será uma grande oportunidade para mostrarmos que o país pode realizar megaeventos como este". Não houve voto para as respostas "Será mais uma grande festa do futebol, como sempre" e "Será um fracasso, o Brasil não tem condições de organizar um megaevento como este".
"O mais importante é a democracia. Prefiro um senador corrupto a um Congresso fechado. Quando começa uma desmoralização política que chega a esse ponto, começam rumores: Então pra que serve isso? O importante é o Congreso funcionar melhor" (Marieta Severo). Para esta afirmação, 75% (ou três pessoas) marcaram a opção "A atriz está certa, é preciso defender a democracia a todo custo e melhorar o nível dos parlamentares com voto consciente", e 25% (ou uma pessoa) votou na alternativa "A atriz está equivocada, é preciso acabar com o Senado e manter apenas a Câmara dos Deputados". As opções "A atriz está completamente equivocada, é preciso fechar o Congresso e limpar essa sujeirada nacional" e "A atriz está certíssima, só quem sofreu na ditadura militar sabe o que é um Congresso fechado, a censura e o horror das torturas" não receberam votos.
Houve unanimidade na enquete com a questão "Um profissional deve fazer tudo o que seu chefe mandar. O que você acha disso?". Todas as dez pessoas que votaram optaram pela alternativa "Eu me recusaria a fazer algo que ferisse uma lei ou mesmo a ética". As outras foram: "É preciso ser profissional acima de tudo"; "Só se deve fazer aquilo que julgar importante e necessário", e "Não faria algo que ferisse uma lei, embora eticamente pudesse não ser correto".
"O que de pior existe na música brasileira atual?" A maioria considerou "A promiscuidade violenta do fânqui carioca", com quatro votos, ou 80%. Apenas uma pessoa votou (20%) em "A aeróbica coreografada do axé baiano". Ficaram sem votos as seguintes opções: "A pseudo-malandragem do hip hop", "A louvação açucarada do gospel", "O duplo esganiçamento vocal do sertanejo", "A pasteurização do forró eletrônico", "A deturpação do samba pelo pagode paulista" e "A pseudo-intelectualidade de protesto do rap". Houve mais opções que votos.rsrs
À pergunta "O que você achou do grupo do Brasil na Copa do Mundo de 2010 (Coreia do Norte, Costa do Marfim e Portugal)?" apenas três pessoas responderam. Sendo que duas (66%) acredita que é "Difícil, mas a seleção se classifica em primeiro" e uma crê que será "Mole, a seleção vence os três jogos". Ninguém optou pelas alternativas "Muito difícil, a seleção se classifica em segundo" e "Ih, ferrou, a seleção vai dançar".
"Você levaria Ronaldinho Gaúcho para a Copa da África do Sul?": duas pessoas (66%) responderam que "Sim, mas para ficar no banco como opção.", e uma (33%) optou por "Não, ele já teve as suas oportunidades e não as aproveitou." Ninguém respondeu "Claro, craque sempre tem vaga na seleção", nem "De jeito algum, ele nunca jogou na seleção o que joga nos clubes."
"O que você mais gosta de ler?": Poesia, três votos (60%); Romance/Ficção e Conto, dois cada um (40%); Crônica, História em Quadrinhos, Biografia/Autobiografia/Perfil, Filosofia, História e Outro, um cada (20%), e Ficção cientíca e Noticiário, zero.
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