sábado, 24 de julho de 2021

quinta-feira, 22 de julho de 2021

SOBRE OS NOSSOS 4 MAIORES CRAQUES DO FIM DOS 70 E INÍCIO DOS 80

Falcão (Inter), Reinaldo (Atlético-MG), Zico (Flamengo) e Sócrates (Corinthians). (Foto: Placar)

Esta foto acima da revista Placar que vi primeiramente num grupo de futebol no facebook e posteriormente foi postada num grupo no whatsapp pelo meu amigo Marcio Biagio, gerou em mim uma desconfiança na semana passada. Já quase certo do resultado da pesquisa, fui confirmar algo que me pareceu incrível, mas verdadeiro. 

Sabe quantas vezes estes 4 craques, os maiores deste país entre um período que podemos delimitar entre 1978 e 82, atuaram todos ao mesmo tempo na seleção brasileira? Acredite: absolutamente nenhuma.

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Na única vez em que esta reunião no mesmo time quase foi possível, ocorreu na estreia de Telê Santana na seleção, em 1980, na partida amistosa, quase um jogo-treino no Maracanã, em que a seleção principal venceu a de novos por 7 a 1. Os quatro não estiveram juntos ao mesmo tempo naquele jogo porque Sócrates estava no banco de reservas e substituiu Falcão. 

E, sem saber o tempo das substituições, Toninho Cerezo também começou no banco (entrou no lugar de Batista) e Reinaldo saiu em determinado momento para a entrada de Baltazar. Inacreditável, mas é verdade.


Falcão ficou muito tempo fora da seleção, primeiro porque o técnico Claudio Coutinho preferiu convocar Chicão para a Copa da Argentina, para a qual Sócrates também não foi convocado. Dois anos depois foi para o Roma e naquela época os clubes estrangeiros não eram obrigados a ceder seus jogadores para as seleções de outros países, a não ser em Copa do Mundo. 

Nem para as eliminatórias liberavam, por isso Falcão ficou fora em 81, quando Sócrates, Zico e Reinaldo brilharam e ajudaram o Brasil a se classificar para a Copa da Espanha e logo depois fizeram uma excursão espetacular à Europa, com vitórias mais que convincentes sobre a Inglaterra, por 1 a 0; a França, por 3 a 1, e a Alemanha Ocidental, por 2 a 1.

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Sócrates só foi convocado para a seleção, pelo próprio Coutinho, em 79, ano em que o meio-campo titular da Copa de 82, formado por Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico, só atuou junto (mas com o Doutor de centroavante e é como acho que daria certo na Espanha, com Paulo Isidoro na direita) por 3 vezes. Veja abaixo os resultados destes jogos:

17/5/ - Brasil 6 x 0 Paraguai - Cerezo começou no banco e substituiu Carpegiani, com os outros três permanecendo em campo até o fim da partida.

31/5 - Brasil 5 x 1 Uruguai

21/6 - Brasil 5 x 0 Ajax (Holanda)

Isso talvez explique um pouco mais porque ficamos 24 anos sem ganhar uma Copa do Mundo. Talvez.

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segunda-feira, 19 de julho de 2021

A PRIMEIRA ENTREVISTA INTERNACIONAL

Em pouco mais de quatro meses desde o seu lançamento pela Cartola Editora, o livro Contos da Bola tem me possibilitado ir a lugares inéditos na minha carreira de escritor. Após as ótimas entrevistas para o repórter Toni Assis, do jornal O Estado de S. Paulo, que foi publicada por diversos outros sites e jornais do país; o colunista Kubi Pinheiro, do Mais PB, e o repórter Gabriel Gontijo, de A Tribuna RJ, passando pelos ótimos papos com Jorge Ramos, da Rádio Roquette Pinto FM, do Rio de Janeiro, a participação na TV Garrincha, do Piauí, com a apresentação do jornalista Gilson Caland, e as presenças de Roberto Jardim, Deusdete Nunes, o Garrincha, e os ex-jogadores Afonsinho, Nando Antunes e Spencer; e a conversa com a jornalista Raquel Andrade (Paraná) e o radialista André Gonçalves (Rio de Janeiro) e com o jornalista Antônio Silva (Rio Grande do Sul), em lives no Instagram e YouTube, agora ultrapassei as fronteiras deste país.

Por intermédio da colunista Arilda Costa McClive, do Brazilian Times, maior e mais importante veículo de comunicação voltado para a comunidade brasileira nos Estados Unidos, pude falar não só deste livro mais recente, mas também do meu trabalho como um todo, incluindo os três livros anteriores (e até os ainda inéditos), além dos meus textos para teatro. Quando respondi às perguntas enviadas pela Arilda, não imaginava uma repercussão tão positiva por parte de amigos e público em geral, tanto no Instagram como no Facebook, com muitas mensagens, todas extremamente carinhosas.

Só tenho a agradecer a todos e continuar trabalhando duro para levar ao máximo de leitores (e espectadores) livros, peças, filmes, projetos artístico-culturais que tenho a permissão de criar. E que todo este trabalho traga a cada pessoa que com ele tiver contato divertimento, reflexão, interação, prosseguimento. 

Muitíssimo obrigado, vamos em frente que ainda tem muito material para ganhar mundo.

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