quarta-feira, 2 de abril de 2025

A PRIMEIRA PLACAR A GENTE NUNCA ESQUECE

A primeira Placar a gente nunca esquece

Capa da Placar de fevereiro de 74
Há tempos tinha visto na internet, talvez numa rede social, a capa da primeira revista Placar que pedi ao meu saudoso pai que comprasse e ele atendeu. Soube agora que foi em fevereiro de 1974 e não em 73 como pensava. Entretanto, tinha passado batido por ela anteriormente. 

Ontem, no entanto, em conversa com o grupo do @velhofutebol no whatsapp, resolvi procurá-la no Google e a achei. Minha referência sempre foi a foto de quatro craques do Palmeiras da época, Leão, Luís Pereira, Ademir da Guia e Leivinha, e o título "A espinha dorsal do Palmeiras", porém tive uma grata surpresa quando a encontrei, pois havia outra referência que me fez viajar no tempo.

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Uma das chamadas da capa faz referência a uma fase complicada de Valdomiro, como você pode ver ao lado. E aí me dei conta de que mal podia imaginar lá, com meus 7 anos de idade, que quase 50 anos depois teria a oportunidade de entrevistar, no apartamento dele, em Criciúma (SC), o autor do gol que salvou a seleção brasileira de cair na primeira fase da Copa do Mundo daquele mesmo ano e jogador com maior número de partidas e certamente de títulos importantes da riquíssima História do Internacional (octa gaúcho de 1969 a 76 e o de 78, mais os três Brasileiros de 75,76 e 79).

São as voltas que o mundo (e a bola) dá. Se quiser assistir à entrevista que fiz com o grande Valdomiro, em 8 de novembro de 2022, ela está aqui abaixo.


Minha relação com a Placar


A revista Placar foi minha companheira semanal durante o início dos anos 80, mais precisamente entre junho de 1980, logo após o Flamengo ser campeão brasileiro pela primeira vez, até meados de 1982, quando uma greve de jornaleiros me fez duas vezes ir com um saudoso amigo do Grajaú, Zona Norte do Rio, a Botafogo, Zona Sul, para comprar a revista, até que desisti de prosseguir com a coleção e, após o fim da greve, voltei a comprá-la esporadicamente, como já fazia antes. 

Esporadicamente não porque quisesse, mas porque tinha de pedir grana para o meu pai e aí queimaria cartucho para ir ao Maracanã. Priorizei os jogos à leitura sobre os jogos.

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A ida a Botafogo era para comprar a revista no prédio da qual ela saía no Rio de Janeiro para as bancas da cidade e, creio, outros municípios, na Rua da Passagem 123. Endereço que frequentei algumas vezes em 1994 para trabalhar na própria Placar como freelancer a convite do então editor da revista e hoje famoso comentarista Mauro Cezar Pereira, por quem tenho imensa gratidão por esta e por outras razões. 

Uma das matérias que fiz lá já contei aqui na postagem "Três histórias com Romário". Anos depois, já neste século, teria a oportunidade de trabalhar para a Agência Placar, mas aí em outro lugar: no prédio localizado onde o Clube de Regatas do Flamengo foi fundado, na Praia de mesmo nome.

E aí foi mais uma historinha curiosa da minha vida que acredito que possa interessar a algumas pessoas. E você, gostou, curtiu? Então, peço que siga o blog, compartilhe e prestigie o blog e seus "reclames" para que ele não desapareça. Agradeço imensamente, desde já.

quarta-feira, 26 de março de 2025

UMA COISA JOGADA COM MÚSICA - CAPÍTULO #31

Uma coisa jogada com música - Capítulo #31
Falcão, em 1979, no Internacional
Zenon, em 1978, no Guarani



A música de Taiguara é aplaudidíssima e ele sai ovacionado do palco.

Taiguara: - Muito obrigado!

Depois de agradecer ao público e aos músicos, ele dá um abraço em Zé Ary, João Sem Medo, Idiota da Objetividade e, quando chega a vez de Sobrenatural de Almeida, há um rápido papo.

Sobrenatural de Almeida: - Taí um dos maiores compositores da nossa música! Dá um abraço aqui. Você é Botafogo, né? (solta uma gargalhada)

Taiguara (rindo): - É lógico que não. Você sabe que minha torcida é aquela coisa linda, aquela torcida que mesmo nas fases terríveis que o Flamengo já passou, quando a torcida não tinha mais por que acreditar, compareceu até num festival da canção, em 1968, só pra torcer por um cantor, como foi meu caso, só porque ele falava no Flamengo. Uma coisa extraordinária!

Sobrenatural de Almeida (rindo): - Você sabe que eu gosto de provocar.

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Taiguara dá mais um abraço em Almeida, sai dando risadas e vai à sua mesa.

Garçom: - Nós que agradecemos a você, Taiguara. Bom, nós falávamos daquele CampeonatoBrasileiro de 79...

Idiota da Objetividade: - O Inter foi campeão invicto, o único até hoje.

João Sem Medo: - Numa final em dois jogos com o Vasco. O Internacional venceu as duas partidas e se fartou de merecer o título. No último jogo, talvez 3 a 0 fosse mais justo do que os 2 a 1.

Ceguinho Torcedor: - Aquele time do Inter era espetacular!

Idiota da Objetividade: - Benítez, João Carlos, Mauro Pastor, Mauro Galvão e Claudio Mineiro; Batista, Jair e Falcão; Valdomiro ou Chico Spina, que fez os dois gols da vitória no primeiro jogo, no Maracanã, Bira e Mário Sérgio. O técnico era Ênio Andrade.

João Sem Medo: - Um time harmonioso, bem estruturado e com um extraordinário meio-campo. O Batista mais plantado, o excepcional Jair não somente lançando, mas aparecendo para finalizar, e o Falcão jogando como sabia, isto é, uma espécie de guerrilheiro se metendo por onde lhe parecia melhor, como um homem livre, fazendo seu melhor jogo. Além desses três, Mario Sérgio e Bira foram os bonzões.

Garçom: - Como estamos falando daquele Inter de 79 e Falcão já tinha brilhado nos dois títulos anteriores, de 75 e 76, vou pôr na caixa de som uma dupla de craques gaúchos pra cantarem aquela música que tem saudade do Falcão e da galera no Beira-Rio.

A turma se alegra com a música, alguns cantam junto e dá uma descontraída, dando uma voltinha pra esticar as pernas. Porém, logo ao fim de “Deu pra ti”, de Kleiton e Kledir, a mesa principal está refeita  e disposta a levar a resenha adiante. Afinal, o papo é o melhor do futebol, como João Sem Medo já havia falado lá no início desta conversa.

Idiota da Objetividade: - Um ano antes, na temporada anterior a este título do Inter, dois times paulistas haviam disputado a final, com o surpreendente Guarani, de Zenon e o jovem Careca, de apenas 18 anos, sendo campeão em cima do Palmeiras.

Sobrenatural de Almeida: - Outra zebra formidável que eu aprontei! (solta sua risada medonha)

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João Sem Medo: - O caráter daquela conquista do Guarani deveria marcar o futebol brasileiro por muito tempo. Um time do interior do Estado de São Paulo, apenas o Santos tinha conquistado títulos nacionais. Mas o Santos constituiu uma exceção nacional e internacional. O êxito do Guarani foi diferente. Santos era ainda o grande porto, o maior porto do Brasil. Campinas fica lá dentro, naquela época ainda mais no interior mesmo, e seus clubes levavam todas as desvantagens que os das chamadas segundas cidades dos Estados sempre levaram.

Ceguinho Torcedor: - Amigos, como a finalíssima entre Palmeiras e Guarani esteve acima dos jogos da Copa daArgentina, naquele mesmo ano. Houve a maior rapidez, sem prejuízo da beleza, do virtuosismo. Eu afirmava naquela época que os cretinos fundamentais diziam de olho rútilo: “O Brasil não tem mais craques!”. Pois tinha – e ainda tem – muito mais do que se pensa. O Guarani levava a falsa vantagem do empate, mas venceu a partir do momento em que só se interessou pela vitória. Perseguiu o gol. E quando este aconteceu, eis o Guarani perseguindo outro gol. Pra todos nós o Guarani foi uma surpresa. Ouvi e vi o jogo com colegas e a toda hora alguém dizia: “Que cracaço de bola”.

João Sem Medo: - E olha que o Zenon não jogou o último jogo.

Idiota da Objetividade: - Foi substituído por Manguinha. Zenon estava suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo, que ele mesmo decidiu, no Morumbi, em cobrança de pênalti.

Sobrenatural de Almeida: - O goleiro na hora do pênalti foi o centroavante Escurinho. Ele foi pro gol depois da expulsão do Leão. Sinistro!

Idiota da Objetividade: - O Palmeiras já tinha feito as duas substituições, como mandava a regra na época.  

Ceguinho Torcedor: - Na verdade, a nossa surpresa não tinha nenhuma razão. Se o Brasil quisesse, faria cinco escretes de igual valor. Por exemplo: um homem como Zenon. Em São Paulo, meus amigos só falavam de Zenon com elogios frenéticos. Zenon era realmente craque, comprovou isso no Corinthians e vestindo a camisa da seleção posteriormente. Mas o Guarani não era de um craque só, era um formidável time, no mundo não tinha outro maior.

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João Sem Medo: - Eu vi o Zenon jogando a primeira vez em 72 ou 73 lá na terra dele, em Itajaí...

Idiota da Objetividade: - Ele na verdade nasceu em Tubarão, João. Terra do Renato Sá também.

João Sem Medo: - Ah sim, isso mesmo, obrigado. Então foi em Tubarão... Ou em Itajaí mesmo, o jogo. Roubaram um time argentino, o Argentinos Juniors. Roubaram os gringos de uma maneira! O Zenon jogou esse jogo, era um monstro.

Idiota da Objetividade: - Ele depois jogou de 1972 a 75 no Avaí, onde foi campeão catarinense em 73 e 75, antes de se transferir pro Guarani.

João Sem Medo: - Eu nunca vi esse cara errar passe. Uma vez estava falando isso na televisão e ele errou um pênalti, já na época em que estava no AtléticoMineiro. Paciência. Mas era um monstro.


Garçom:
- Então, em homenagem àquele grande time do Guarani, vou pôr aqui no telão uma versão instrumental linda do hino do Bugre, tocado na viola caipira pelo cantor, compositor e multi-instrumentista Victor Hugo.


Todos aplaudem e elogiam muito.

Fim do Capítulo #31

Episódio originalmente publicado em 31 de agosto de 2022 e republicado totalmente modificado em 26 de março de 2025.

Esta série é uma homenagem especial a João Saldanha e Nelson Rodrigues e também a Mario Filho e muitos dos artistas da música, da literatura, do futebol e de outras áreas da Cultura do nosso tão maltratado país.
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terça-feira, 25 de março de 2025

MÚSICA PRA VIAGEM: ASHES ARE BURNING

Música pra viagem: Ashes are burning
Annie Haslam, Jon CampMichael Dunford, John Tout e Terry Sullivan. Foto melhorada com IA

"Ashes Are Burning" é uma das obras-primas do grupo inglês de rock progressivo Renaissance. Sou fã da banda desde a década de 80, quando a descobri, em especial da cantora Annie Haslam, apesar de ter levado uma bronquinha no Instagram por causa da foto desfocada que publiquei dela com Flávio Venturini, na ocasião em que destaquei nesta série a música "Poetry in the birds".

Gravada no álbum homônimo lançado em 1973, a música foi composta pela poetisa Betty Thatcher e Michael Dunford, guitarrista da banda. A formação do Renaissance durante esse período incluía, além de Annie Haslam nos vocais Michael Dunford na guitarra acústica, John Tout nos teclados, Terry Sullivan na bateria e percussão e Jon Camp no baixo. Andy Powell também participou do disco como guitarrista, embora seja mais conhecido por seu trabalho com a banda Wishbone Ash.

O álbum "Ashes Are Burning" é um marco na discografia do Renaissance, destacando-se pelo seu estilo único que combina elementos de rock progressivo com arranjos orquestrais. A música que dá título ao disco é uma reflexão sobre liberdade e mudança, com uma poesia que convida o ouvinte a seguir em frente, explorando novos caminhos. Para ouvir a música completa e ler as letras, você pode visitar o Spotify o site Letras.mus.br ou ver e ouvir no vídeo lá embaixo.

Veja também:


Mais sobre o grupo


O Renaissance é conhecido por suas performances ao vivo, que frequentemente incluem arranjos complexos e orquestrais. Embora "Ashes Are Burning" seja uma das faixas mais famosas do grupo, não há muitas gravações famosas de outras bandas que a tenham reinterpretado. No entanto, a música continua a ser uma das mais apreciadas pelo público do rock progressivo, ao lado de outras bandas como Le Orme e Triumvirat, que também exploram esse gênero musical.

Para saber mais sobre o Renaissance e sua discografia, você pode visitar o site Progbrasil, que oferece resenhas e detalhes sobre a banda. Além disso, para explorar mais sobre a música "Ashes Are Burning" e outras faixas do álbum, é possível ouvir a versão de estúdio da música no YouTube (basta clicar aqui).


Contracapa e capa de "Ashes are Burning". Foto melhorada com IA

A discografia do Renaissance tem os seguintes álbuns: ; "Ashes Are Burning" (1973), "Turn of the Cards" (1974), "Scheherazade and Other Stories" (1975), "Novella" (1977), "A Song for All Seasons" (1978) e "Azure d'Or" (1979).

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Quem é a letrista da música?


Betty Thatcher
Betty Thatcher, cujo nome de nascimento era Betty Mary Newsinger, foi uma poetisa e letrista inglesa, nascida em 16 de fevereiro de 1944, em Londres. Ela é mais conhecida por suas contribuições como letrista da banda de rock progressivo Renaissance, com quem colaborou desde o álbum "Prologue" em 1972 até o final da década de 1970 e novamente nos anos 1990.

Betty Thatcher começou a colaborar com o Renaissance através de sua amizade com Jane Relf, irmã do ex-vocalista dos Yardbirds, Keith Relf. Seus textos foram enviados para Jim McCarty, que compunha músicas em torno das letras de Betty. Durante a década de 1970, ela escreveu letras para vários álbuns do Renaissance, incluindo "Ashes are Burning" e "Carpet of the Sun" no disco "Ashes Are Burning"; "Mother Russia", no "Turn of the Cards", e "Ocean Gypsy, no "Scheherazade and Other Stories".

Além de seu trabalho com o Renaissance, Betty Thatcher também colaborou com outros artistas, escrevendo letras para Annie Haslam em seu álbum "Still Life" em 1985, e para o álbum "K2" de Don Airey em 1989. Ela faleceu em 15 de agosto de 2011, em Hayle, Cornualha.

Para saber mais sobre Betty Thatcher e sua discografia, você pode visitar o site AllMusic, que oferece detalhes sobre suas contribuições musicais.

Veja também:


Pra ouvir, ver e viajar


Agora, curta abaixo esta apresentação preciosa do Renaissance, em 1974, na emissora alemã RTL Studios. E deixe seu comentário, sugestão e, se gostar, siga o blog. Agradeço. 

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sexta-feira, 21 de março de 2025

A PALAVRA É... #32

A palavra é... #32
Ilustração criada por IA

Esta série chamada "A palavra é...", que desde 2021 não atualizava, retorna agora com a vantagem de poder explorar a inteligência artificial na criação de imagens. Se antes eu usava o Canva para fazer as ilustrações, escolher o tipo de letra que considerava ideal e fazer a edição adequada, agora basta eu dar o comando (prompt) que preciso, com o neologismo que criei e (mágica!) em menos de um minuto tenho a imagem com a palavra inventada perfeitamente harmonizados.

Esta aí acima foi de primeira, não precisei fazer qualquer correção ou mesmo repetir o processo. Meu comando ao ChatGPT foi o seguinte: "Crie uma imagem de um paraíso idealizado, com um horizonte bem bonito, e o neologismo "Paraisonte" escrito em destaque dentro da imagem (sem as aspas), com o tipo de letra condizente, por favor".

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Espero que tenha agradado. Porém, mais do que isso, desejo que este neologismo, assim como os outros que publiquei anteriormente e os muitos outros que postarei aqui, façam algum sentido para você. Digamos que estes neologismos são a forma que encontrei de fazer a menor poesia possível. Poderíamos chamar de mini-poética, micro-poética ou, caso consiga algo ainda mais conciso, jamais menor (pois a poesia é sempre de uma grandiosidade incomensurável), uma nano-poética.

Depois que já tinha escrito quase tudo por aqui fiquei numa dúvida: Paraisonte ou Paraizonte, usando o "s" de Paraíso ou o "z" de Horizonte? Pedi então ao ChatGPT para repetir tudo, só modificando a letra e o resultado ficou um pouquinho diferente, mas gostei também. Veja abaixo:

Ilustração criada por IA

E você, o que acha de toda esta viagem? Gostaria de saber a sua opinião, só não traga indiferença, pois dela já ando por aqui. Se não curtir, é só dizer "prefiro não", ao modo Baterbly de ser. Se há um tanto de tanto faz, pelo menos há um retorno, que os anglicistas preferem chamar de "feedback" - e este nem é dos piores exemplos, muito longe disso, eles se acumulam dia a dia, para empobrecer mais ainda o nosso vasto e riquíssimo vocabulário quando - o que ocorre quase sempre - não traz algo que acrescente, que não tenha uma tradução equivalente em nossa Língua).

Veja também:


Fico, então, no aguardo do seu comentário, vamos debater. Inclusive sobre o uso da IA, que tal? Neste e em muitos outros casos. Fico no aguardo. Ah, não deixe de curtir, seguir o blog e compartilhar, se gostar deste blog que atualizo na raça (e alguma pretensão de talento) desde 2008. Agradeço, volte sempre.

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