Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
DE 24 DE DEZEMBRO DE 2014 PARA SEMPRE
A noite de hoje, independentemente do que - ou em quem - cada um crê - inclusive em vários deuses ou em nenhum deles - é uma grande oportunidade para celebração e reflexão. Amar pais, filhos, avós, tios, primos, amigos é uma dádiva, é grandioso, mas convenhamos não é tarefa assim tão difícil de se cumprir. Difícil mesmo, árduo, suado, encardido, aquilo que exige algo além de nós mesmos é o tal do "amai-vos uns aos outros", porque inclui um monte de gente egoísta, canalha, arrogante, blasé etc etc etc.
Não digo nem amar, mas pelo menos não odiar o próximo creio que seja um belo exercício diário, que tenho certeza, se todos procurarmos cumprir, muita gente egoísta, canalha, arrogante, blasé pode se tornar melhor. É a única chance que temos de construir algo bom neste povoado, A única!
Com toda tecnologia, todo avanço da ciência, toda evolução da medicina, com todas as conquistas inimagináveis que o ser humano vem conseguindo, apesar de todo egoísmo, canalhice, arrogância etc etc etc, só há uma chance de termos uma boa convivência e, conseqüentemente, paz: agirmos sempre, o mais que pudermos, com paz, solidariedade, paciência, generosidade, respeito e, se possível, com amor. Que um novo e rico ciclo se inicie nesta noite. Para todos nós, sem exceção.
Amém, Assim seja, Maktub!
Obs: este texto foi publicado originalmente no Facebook em 24 de dezembro de 2014
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
TRINTA E OITO ANOS NÃO SÃO 38 DIAS, NEM MESMO 38 RODADAS
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| Foto de Ernesto Benavides (AFP) |
Os flamenguistas tiveram de suportar uma seqüência de vexames em muitas das mais recentes edições da Libertadores e 38 longos anos de espera impaciente para poder voltar a comemorar o título continental. Milhões, na verdade, só conheceram a história da primeira conquista por vídeos, textos e fotos, pois sequer eram nascidos, ou eram pequenos demais para entender o que se passou naquela noite de 23 de novembro de 1981. No mesmo dia e mês deste 2019, uma festa indescritível e emocionada se repetiu. E se duplicou no dia seguinte, com a chegada do time ao Rio de Janeiro no fim da manhã, e a confirmação do título brasileiro, no fim da tarde.
Na final de sábado, o Flamengo não jogou o seu melhor futebol e perigou perder a taça para um time inferior tecnicamente. Porém, na hora de decidir, o talento de Bruno Henrique, a garra de Arrascaeta e, principalmente, do oportunista Gabriel Barbosa, apareceram. Bruno só começou a jogar o que sabe nos últimos 15 minutos, Arrascaeta não foi nem de longe o talentoso meia que é, e o Gabigol só jogou de verdade os três, quatro minutos finais, quando fez os gols do título.
Muito se falou no River de Gallardo antes da partida, e muitos exageraram depois dizendo que massacrou o Flamengo no sábado, o que está léguas de distância de ser verdade. No primeiro tempo, o time argentino foi melhor sim após o gol, numa falha grotesca de Arão e Gerson, num deixa que eu deixo típico dos jogos colegiais de vôlei. Mas o River não criou chances claras de gol e se mostrou um time muito chato, irritante, que abusou das faltas (27 contra 12!!!) para impedir que a equipe rubro-negra andasse em campo, com alguma complacência do árbitro, que deixou de marcar algumas mais. E como adotou o tempo todo uma marcação adiantada, para dificultar a saída de bola adversária, morreu e sofreu no fim do jogo com o melhor preparo físico e técnico rubro-negro. Além disso, o treinador terá de explicar à sua torcida por que pôs o lento e grandalhão Pratto nos minutos finais.
Essa quantidade absurda de faltas cometidas pelo time argentino explica um pedaço da má atuação do Flamengo, mas não de todo, claro. Porém, o que gostaria de ressaltar é que o revezamento de jogadores cometendo faltas é o recurso dos medíocres do futebol. Foi este expediente que contribuiu muito para levar o nível do futebol brasileiro por tantos anos para baixo. Por mim, a regra deveria limitar o número de faltas, não necessariamente punindo o infrator com tiro livre direto perto da área sem barreira, como ocorreu no Torneio Rio-São Paulo de 1997. Talvez o jogador que cometesse a infração que excedesse o limite pudesse ficar 5 ou 10 minutos fora de campo, não sei, é só uma sugestão. No entanto, este é um papo para outro texto.
Parabéns, galera rubro-negra! Agora é lutar pelo Mundial, sem se esquecer que antes de se pensar no Liverpool, há uma semifinal a disputar.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2019
LUCIDEZ E LOUCURA NO LAMASCAST
O LamasCast desta semana traz o tema "Lucidez e loucura" e vai dar uma parada por tempo indeterminado. Curta e ouça aqui abaixo ou na SoundCloud. Muito obrigado pela sua audiência.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
LAMASCAST: CAMINHO DE VOLTA
LamasCast 27 é sobre uma poesia que compus há duas décadas. Você pode ouvir abaixo ou na SoundCloud.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2019
O ESCREVER NO LAMASCAST
O LamasCast 26 falou sobre a vocação de escritor e você pode ouvir aqui embaixo ou no SoundCloud.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
UMA PERGUNTA INCÔMODA, MAS NECESSÁRIA NO LAMASCAST
LamasCast 25 está no ar com uma pergunta incômoda, mas muito importante: você gosta realmente de quem você é? Ouça abaixo ou no SoundCloud.
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terça-feira, 15 de outubro de 2019
UMA ESTRÉIA MUITO FELIZ NO MUSEU DA PELADA
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| Eu e Ramírez. Foto: Fernando Gustav |
No último dia 9, quarta-feira passada, tive a honra de vestir o manto sagrado do Museu da Pelada pela primeira vez para entrevistar uma grande figura humana, o uruguaio Sérgio Ramírez. Atualmente comandando a base do Guarani de Palhoça (SC), clube formador reconhecido pela CBF, Ramírez falou sobre a corrida que deu em Rivellino, no Maracanã, em 1976; sobre a formação do maior Flamengo de todos os tempos; sua grande amizade com o Maestro Júnior; de Pelé (inclusive um sonho que teve com o Rei do Futebol na noite anterior); a origem da música "Cadê o penalty?", de Jorge Ben; do maior título da História do Campo Grande, o Campusca, e ainda tocou violão e cantou sucessos de Jorge Aragão e Carlos Gardel. Em breve, no ar!
Muito obrigado ao Fernando (cinegrafista), ao meu amigo Paulinho Menezes, que nos levou de Florianópolis a Palhoça e se integrou na equipe com a maior facilidade; ao Ramírez e a sua esposa, Siloé, e um agradecimento mais do que especial a Sérgio Pugliese pelo convite para fazer parte desse timaço do Museu da Pelada. Vem muito, muito mais por aí!
Para assistir à entrevista basta clicar aqui.
Atualizada dia 21/10
Para assistir à entrevista basta clicar aqui.
Atualizada dia 21/10
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segunda-feira, 14 de outubro de 2019
JOGADA DE MÚSICA NO LAMASCAST
O projeto Jogada de Música é o tema do mais recente episódio do LamasCast. A tabelinha sensacional entre a música e futebol que já foi quadro em rádio, é coluna em site e está pronto para éntrar em campo como documentário, série para TV, série de shows e exposição multimídia. Não perca! Ouça abaixo ou no SoundCloud.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2019
A TROPA DO HORROR ESTÁ NO PODER
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| Wagner Moura, como Capitão Nascimento, no filme "Tropa de Elite" (2007) |
Em 2007, após assistir ao filme "Tropa de Elite", enviei por email um texto para vários amigos, colegas de trabalho e conhecidos, pois ainda não tinha este blog, que foi ao ar somente em março do ano seguinte. Hoje me recordei dele ao ler a coluna de Elio Gaspari, no jornal O Globo, sob o título "Quando foi que tudo começou", que volta ao filme para mostrar que aquele aplauso da plateia à tortura do Capitão Nascimento proporcionou a chegada ao poder de seres como Bolsonaro e Witzel.
Fui, então, atrás do meu antigo texto para confirmar que eu estava certo em meu receio, como também sempre foi a da chegada ao poder desta ideologia pseudo-cristã. A mistura de pseudo-religião com o Estado militarizado está no poder graças à plateia e seus guias "espirituais" e "políticos". Ao ler o texto de Gaspari e reler o meu (abaixo), tenho a plena certeza de que muitos amigos, colegas de trabalho e conhecidos aplaudiram de pé a cena da tortura em "Tropa de Elite". E, pior, continuarão a aplaudi-la repetidamente na vida real. Até a hora em que o calo do próprio pé apertar e a consciência urrar de dor.
TROPA DO HORROR!
O que mais me espanta no filme “Tropa de Elite” não é nem a descarada propaganda fascista que ele carrega. Afinal, em tempos cínicos e de profissionalismo a qualquer preço, não é de se estranhar que mesmo um diretor que fez um honesto e comovente documentário (“Ônibus 174”) resolva - a troco sabe-se lá de quê – transformar assassinos e torturadores em super-heróis. Até o vazamento das cópias piratas são suspeitas, pois se tornaram uma muito bem-sucedida jogada de marketing. O que me assusta é ver, ler e ouvir pessoas das quais tanto gosto dizerem que o filme é maravilhoso.
Das duas, uma: ou a desesperança e a falta de humanismo se instauraram de vez nos corações das pessoas ditas do bem ou a falta de hábito de se questionar, de analisar, de sentir e pensar por conta própria está mesmo se exaurindo, especialmente nesta cada vez mais decadente Cidade Maravilhosa. Das duas, as duas.
Que “aspira” a ditador sanguinário estará por trás ou dentro do Sr. José Padilha para defender com tanta paixão as práticas do Batalhão de Operações Especiais (Bope)?
Há no filme críticas severas – e justas – contra a sociedade hipócrita, a imprensa, os governantes e os policiais militares, mas não há um porém aos métodos adotados pelo Bope. Um sequer! Pelo contrário, tudo é amplamente justificado e enaltecido. O Capitão Nascimento (personagem de Wagner Moura, que escreveu nesta terça-feira um ótimo artigo no jornal O Globo contradizendo toda a essência do filme que protagonizou) bem poderia ser chamado de Capitão Morbidez (a caveira é o símbolo!). Pois ele é alçado ao posto de um Capitão América (Capitão Carioca?) que a todos salvará, não só com sua brutalidade extrema, como com o seu sacrifício familiar e de saúde, e sua doação de corpo(ração) e alma para deixar em seu lugar um sucessor à sua baixeza.
Li uma entrevista de um dos muitos comandantes policiais que este lugar possui - não me recordo quem - que Padilha fez com o Bope o que o cinema americano fez com a Swat. Como se isso fosse ótimo! E olha que para quem assistiu às séries do enlatado americano como eu, sabe muito bem que a propaganda naquele caso era bem mais sutil e menos violenta.
Hitler, Mussolini, Pinochet, a junta militar no Brasil, Stalin, Mao Tsé Tung, Pol-Pot e muitos outros só conseguiram se manter no poder graças ao apoio e ou à fragilidade da imensa maioria da população. Ignorância, ganância, subserviência e autoritarismo dão lucro até a cineastas.
“Tropa de Elite” é o horror!
Eles não nos entendem
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
COM O VAR, O FUTEBOL SE TORNOU UM "VIDEO-GAME" COM DEFEITO
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| Joinha, torcedor da Fla-Mureta, durante Fla x Inter, pela Libertadores 2019, no Maracanã. Reprodução: TV Globo |
Sempre me chateei muito com partidas decididas com erros da arbitragem, principalmente aqueles mais flagrantes. E, quem me conhece ou já me leu sabe, isso inclui o meu time. Porém, com o VAR, principalmente no Brasil, o futebol se tornou um "video-game" que trava o tempo todo, ainda mais que aqui as interrupções seguidas da partida já ocorriam pela doença chamada falta tática, que prefiro chamar de tática das faltas ou falta de tática, técnica, talento, inteligência, criatividade.
A verdade é que tenho ficado cada vez menos motivado a assistir jogos de futebol. E muita gente tem perdido esse interesse, as pesquisas estão aí para não me deixar mentir: em primeiro lugar, cada vez mais distante do Flamengo, tem vindo sempre os que não torcem para time algum.
Com o VAR, o gol virou um coito interrompido, a comemoração do torcedor muitas e muitas vezes tem de esperar uma conferência interminável entre os árbitros para se saber se valeu ou não valeu. Goza-se, mal, pela metade duas vezes. Tristes tempos de amores artificiais e paixões vazias.
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O milimétrico, que já era analisado na TV pelos especialistas - aqueles que sabem quase tudo sobre o quase nada - como se fosse um erro gravíssimo em campo, ganhou uma notoriedade tão absurda que se tornou o dono do espetáculo. Tomemos como exemplo a primeira partida da semifinal da Libertadores entre Grêmio e Flamengo. Seria injusto confirmar os gols invalidados de Gabriel (o Gabigol)? Não, afirmo eu. Foram impedimentos "pentelhimétricos" que só a idiotice da objetividade poderia enxergar. Como não seria prejudicial ao espetáculo confirmar o de Pepê, se William Arão esticasse menos a perna ou calçasse 35.
Com os padrões Fifa determinados pelos europeus, os campos tiveram suas dimensões reduzidas ao mesmo tempo em que o preparo físico dos atletas só foi se aprimorando ao longo das décadas. Isso fez do futebol um jogo de muito mais contato físico, com seguidas lutas de judô sem tatame na área. Não à toa, se repetem em todo lugar, a todo momento, os choques de cabeça, e as aborrecidas interrupções da partida.
Volto a lembrar aqui uma entrevista de Cláudio Coutinho, no fim dos anos 70, em que ele dizia que era preciso tirar um jogador de cada time para que houvesse mais espaço e o jogo ficasse mais bonito. Isso num tempo em que Maracanã, Morumbi, Mineirão, São Januário e até Moça Bonita tinham dimensões máximas em seus campos: 120m x 90m.
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Na minha opinião, ou a International Board adéqua melhor as regras do futebol ao advento do VAR ou, o que é minha preferência, acaba com o VAR, utiliza a tecnologia da Copa de 2014, não só na linha dos gols como ocorreu daquela vez, mas também nas linhas laterais e de fundo, e coloca mais um árbitro em campo com a função de observar os lances onde a bola não está em disputa. Sugiro ainda que o cronômetro parasse a cada vez que o jogo fosse paralisado, passando o tempo de jogo para dois tempos de 25 ou 30 minutos. E mudaria radicalmente ou acabaria com a lei do impedimento.
Atenção, crianças: esta é só a minha opinião, ninguém precisa arrancar as calças pela cabeça. Tristes tempos em que num país que saiu da puberdade e voltou à fase anal é preciso explicitar que opinar, posicionar-se, mesmo com o máximo de ponderação e bom senso, não significa ofender quem discorda.
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quarta-feira, 2 de outubro de 2019
LAMASCAST RESPONDE SE A MPB ESTÁ MESMO UMA MERDA
A fala de Milton Nascimento em entrevista que deu à Folha de S.Paulo há duas semanas, "A música brasileira está uma merda", é o tema do LamasCast desta semana. Você pode ouvir aqui embaixo ou no SoundCloud. Recomende aos amigos.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
O ENCONTRO DE JOYCE COM JUNG NO LAMASCAST
O tema do LamasCast desta semana é o encontro ocorrido em 1934 entre o Pai da Psicologia Analítica, Carl Jung, e o grande escritor irlandês James Joyce. Ouça aqui abaixo ou na SoundCloud.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2019
"5H37, A POESIA DESPERTA" NO LAMASCAST
No LamasCast desta semana, uma poesia que me acordou no meio da madrugada e todo o contexto que a cerca. "Escrevo pra não sucumbir". Ouça aqui abaixo ou na SoundCloud.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2019
ORGÂNICOS, QUESTÃO DE SAÚDE E RESISTÊNCIA POLÍTICA
Atualização em 18/9/19 - 325 pesticidas liberados desde janeiro de 2019 pelo atual desgoverno.
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Cheiro de chumbo no ar
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
DISSIPAÇÕES EM LAMASCAST
O LamasCast desta semana vem com mais uma poesia cantada, algo que não ocorria desde os primeiros episódios. E já estamos no vigésimo! Dissipações é o nome da poesia em que pus melodia e apresento nesta semana. Ouça aqui abaixo ou na SoundCloud. Na nuvem, com os pés a um passo do chão.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2019
LAMASCAST EM DEFESA DO VERDADEIRO FUTEBOL BRASILEIRO
Nesta semana, o LamasCast pede ao jovem talentoso Lucas Paquetá que não dê ouvidos ao técnico italiano Marco Giampaolo, que o dirige no Milan. Disse o treinador que Paquetá tem de ser menos brasileiro às vezes. E Giampaolo precisa ser menos pretensioso sempre e respeitar o nosso futebol. Seja ainda mais brasileiro agora, Paquetá!
Ouça aqui embaixo ou na SoundCloud. LamasCast sempre em defesa da Arte e da Cultura.
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A vitória não basta
Ode ao futebol-arte
Ouça aqui embaixo ou na SoundCloud. LamasCast sempre em defesa da Arte e da Cultura.
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terça-feira, 27 de agosto de 2019
LAMASCAST A SECO A PARTIR DE AGORA
O LamasCast desta semana vem diferente por motivos alheios à minha vontade. Infelizmente, o que já havia ocorrido uma vez num dos primeiros programas se repetiu neste. Gravei duas versões deste programa, com músicas diferentes na abertura e em ambas toda gravação foi removida pela SoundCloud a mando dos proprietários das músicas. Não os artistas, que criam e gravam, mas aqueles que se apoderaram eternamente das obras por um punhado de dinheiro. Lamento e não perderei mais meu tempo, a partir de agora será só minha voz com meus textos ou alguns que queira citar, sempre dando o crédito de autores, como fiz até agora.
Ouça aqui abaixo ou na SoundCloud. Muito obrigado por sua audiência.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2019
"O JOGO DE ESPELHOS" NO LAMASCAST
No LamasCast desta semana, apresento "O jogo de espelhos", de minha autoria. Ouça aqui abaixo ou na SoundCloud.
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A música é interdisciplinar
Lições de João (A música é interdisciplinar 2)
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quarta-feira, 14 de agosto de 2019
CSA E VAN HALEN NUMA NOITE DE VERÃO CARIOCA, NO LAMASCAST
No LamasCast desta semana o tema é uma curiosa história sobre a noite de janeiro de 1983, quando o CSA, de Jacozinho e Marciano, brilhou no Maracanã, e o Van Halen, de Eddie Van Halen e David Lee Roth, quase fez o Maracanãzinho rachar. Ouça abaixo ou na SoundCloud.
A publicação do podcast desta semana já mexeu com a memória afetiva de amigos. Dois deles, Paulo Velloso e Guilherme Folly, já me mandaram mensagens com lembranças do ensurdecedor show no Maracanãzinho.
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O inesquecível show do Queen
Alguns jogos que faço questão de recordar 2
Guilherme, amigo dos tempos de faculdade, inclusive me mandou pelo Whatsapp o seu ingresso daquela apresentação da banda americana no Rio de Janeiro. Veja abaixo.
Outro com quem falei sobre este show foi Luiz Antônio Mello, fundador da Rádio Fluminense FM, que foi ao show e confirmou o som ensurdecedor do Van Halen no Maracanãzinho naquela noite de 1983.
Descrição do LamasCast 16:
O décimo-sexto programa traz trechos das músicas "Bottom's Up", de Eddie Van Halen, Alex Van Halen, Michael Anthony e David Lee Roth ; "Eruption", de Eddie Van Halen; "Unchained", de Eddie Van Halen, Alex Van Halen, Michael Anthony e David Lee Roth, e "You really got me now", de Ray Davies (dos Kinks, grupo que a gravou originalmente), todas com o Van Halen.
Todas estas músicas fizeram parte do repertório do show realizado no dia 26 de janeiro de 1983, no Maracanãzinho, que se chama Gilberto Cardoso e não Gilberto Cardoso Filho, como eu disse no áudio. O set list completo pode-se conferir aqui.
O programa também utiliza as narrações dos dois gols do CSA, na vitória de 2 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro de 1983, também realizado na noite de 26 de janeiro. O áudio foi encontrado no canal de Edu Cesar no YouTube.
A narração é de Antônio Porto, pela Rádio Eldorado AM, que integrava o Sistema Globo de Rádio na época. Na reportagem estavam Danilo Bahia e Fernando Carlos, com Mario Vianna nos comentários de arbitragem.
Um detalhe sobre o jogo que não mencionei no podcast é que aos 44 minutos do primeiro tempo, Romel cobrou um pênalti e Paulo Victor, goleiro do Fluminense, defendeu. Abaixo, foto do ingresso da partida que ainda tenho colado em meu caderninho.
Texto, produção, concepção, criação, gravação, edição, narração, erros, acertos e tudo o mais: Eduardo Lamas.
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