Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
"Jogo de Bola" é uma poesia que faz parte do ainda inédito livro "Canções" e, por eu entender que seus versos são muito musicais e coloquiais, com falas, gritos de uma pelada, um jogo, seja de jogadores ou torcedores, e com um ritmo bem próprio, resolvi experimentá-la com o recurso musical proporcionado por um dos sites que usam a inteligência artificial para isso. Com a poesia e o comando para que o estilo musical fosse um samba maxixe carioca, o Suno fez, como de praxe, duas versões, mas a que me agradou mesmo foi a que publiquei em meu canal do YouTube e nas redes sociais, antes de trazê-la aqui.
O resultado ficou muito bom, de acordo com a minha avaliação, e resolvi fazer um vídeo, com fotos colhidas no Pixabay, uma feita por I.A. e as de Dario e de Pelé e Garrincha abraçados, colhidas na internet. Como brincadeira, criei um nome para compositor e cantor de "Jogo de Bola": I.A.n A.I.dar. E também pro conjunto musical que o acompanha: "I.A. I.A. com Iô, Iô".
Pretendo fazer outras experimentações, pois creio que valorizam muito as poesias. Por isso, já havia criado melodias para umas 20 poesias minhas em 2016. Agora, com o recurso da inteligência artificial, vou testando, buscando as melhores versões e editando para apresentar ao público.
Se você me perguntasse, eu diria com toda sinceridade que minha preferência seria que minhas poesias fossem musicadas por compositores, instrumentistas, cantores e arranjadores humanos, mas decidi não ficar mais pedindo a bola pra poder jogar um pouco, e ir na direção da pelota para ao menos dar um toque, quem sabe, um chute em gol. Quem sabe.
Curta aqui ou no canal Eduardo Lamas Neiva do YouTube o vídeo abaixo e deixe sua opinião. Se curtir, dá um "joinha" lá, siga o canal e compartilhe com amigas e amigos. Agradeço muito desde já.
Versão em inglês
"Jogo de Bola" is a poem from the as-yet unpublished book "Canções". I felt its verses, full of musicality and colloquial charm—with the chatter and shouts of an impromptu street game, whether among players or fans and all imbued with their own distinct rhythm—deserved to be brought to life with some musical magic. So, I decided to experiment using one of those AI-powered sites. I fed it the poem along with instructions to render it in the style of a Carioca samba maxixe. As usual, Suno produced two different versions, but the one that really struck a chord with me was the one I ended up posting on my YouTube channel and social media before sharing it here.
I was quite pleased with the result, and I even put together a video featuring photos sourced from Pixabay, one generated by AI, and some images of Dario alongside Pelé and Garrincha in an embrace, all gathered from the web. For fun, I coined a name for the composer and singer of "Jogo de Bola": I.A.n A.I.dar, and for the accompanying band: "I.A. I.A. with Yo, Yo."
I plan to experiment even further because I believe these efforts add tremendous value to poetry. Back in 2016, I had already composed melodies for about 20 of my poems. Now, leveraging artificial intelligence, I’m testing different approaches, seeking out the best versions, and editing them to share with everyone.
If you asked me, I’d honestly say my heart would be most content if human composers, musicians, singers, and arrangers were the ones setting my poetry to music. But I decided it was time to stop just waiting for the ball to be passed my way and, instead, to take a shot myself—maybe even score a goal. Who knows?
Enjoy the video over on my YouTube channel, Eduardo Lamas Neiva, leave your thoughts, and if you like it, give it a thumbs-up, subscribe to the channel, and share it with your friends. Your support means the world to me!
Obs.: tradução da plataforma de IA "One Pro". Caso queira traduzir os textos do blog para outras línguas, é só selecionar o idioma na caixinha do Google Tradutor no canto superior esquerdo.
Fotos de Eduardo Lamas Neiva, feitas no dia 6/4/25, em Urubici (SC)
O Morro do Campestre, localizado em Urubici, na Serra Catarinense, é um dos principais destinos de turismo de aventura no Brasil. Situado a aproximadamente 8 a 9 quilômetros do centro da cidade, este morro oferece vistas deslumbrantes do Vale do Rio Canoas. Com uma altitude de 1.380 metros, é formado por impressionantes formações rochosas de arenito, que proporcionam uma experiência única para os visitantes.
Recentemente, o acesso ao topo foi melhorado com a pavimentação da rua, permitindo que os visitantes cheguem de carro. Além disso, uma escadaria foi construída para facilitar a subida até as pedras. O pôr do sol no Morro do Campestre é especialmente famoso, tornando-se um momento imperdível para casais e amantes da natureza. A estrada que vai do Centro de Urubici para a entrada do Morro do Campestre estava sendo reformada quando estive lá, no início deste mês.
O local também oferece um espaço gastronômico chamado Paradouro, onde é possível saborear lanches e petiscos. Para quem deseja uma experiência ainda mais especial, há a opção de piquenique com cestas preparadas para casais e famílias. Atualmente, a entrada inteira custa R$ 40,00 por pessoa, com a meia entrada sendo permitida para estudantes (meu caso) e maiores de 60 anos de idade (ainda falta).
Versão em Inglês
The Morro do Campestre, located in Urubici, in the Serra Catarinense, is one of Brazil's main adventure tourism destinations. Situated about 8 to 9 kilometers from the city center, this hill offers breathtaking views of the Rio Canoas Valley. At an altitude of 1,380 meters, it is formed by impressive sandstone rock formations, providing a unique experience for visitors.
Recently, access to the top was improved with the paving of the road, allowing visitors to arrive by car. Additionally, a staircase was built to facilitate the climb to the rocks. The sunset at Morro do Campestre is particularly famous, making it an unforgettable moment for couples and nature lovers. The road from downtown Urubici to the entrance of Morro do Campestre was under renovation when I was there, at the beginning of this month.
The site also offers a gastronomic space called Paradouro, where you can enjoy snacks and appetizers. For those who want an even more special experience, there is the option of a picnic with prepared baskets for couples and families. Currently, the full admission price is R$ 40.00 per person, with half-price tickets available for students (which is my case) and for people over 60 years old (I’m not there yet).
"Quando se perde, o treinador é chamado de besta; quando vence, de bestial" (Otto Glória, técnico brasileiro que comandou a seleção portuguesa na Copa de 1966)
Filipe Luís, ex-lateral-esquerdo e treinador de futebol há pouco mais de um ano, está na berlinda desde que, no segundo semestre do ano passado, assumiu o comando técnico do time principal do Flamengo. Sua ascensão foi meteórica: saiu do time sub-17, passou pelo sub-20 e, em pouco tempo, chegou à equipe profissional — conquistando títulos em todas as categorias.
Filipe Luís. Foto: Wagner Meier/Getty Images
Foi alçado a “gênio” do futebol com a mesma velocidade com que subiu. A quantidade de vídeos e textos exaltando a "genialidade" do jovem treinador é enorme e facilmente encontrada na internet. No entanto, a derrota de ontem para o Central Córdoba, no Maracanã, não pode transformá-lo em "besta" ou "burro" — embora tenha escancarado falhas que já vinham sendo cometidas nos jogos anteriores, mesmo durante a ótima sequência de 27 partidas de invencibilidade.
Para não listar um rosário de defeitos, destaco quatro pontos críticos:
Lentidão ou pressa (e não velocidade) na saída de bola e na armação das jogadas;
Erros de posicionamento na defesa, sobretudo em jogadas com viradas rápidas na área rubro-negra;
Gols desperdiçados em excesso, por precipitação, má pontaria, egoísmo, displicência ou falta de visão de jogo;
Escalações equivocadas, inclusive com atletas que ainda não demonstraram qualidade para fazer parte do elenco bilionário do Flamengo.
Até então, tudo era justificado e acobertado pelo “resultadismo”. Agora, com a derrota, é possível (e desejável) que mídia e torcedores, especialmente os flamenguistas, passem a ver Filipe Luís como ele é hoje: uma promessa, um técnico potencialmente brilhante, que ainda está em formação.
E que assim seja, por um bom tempo. Para o bem dele — e, claro, para o bem do Flamengo.
Para não dizer que só falei das flores murchas, é justo lembrar dos títulos já conquistados: Copa do Brasil 2024, Supercopa do Brasil 2025, Taça Guanabara 2025 e Campeonato Carioca 2025. Além disso, Filipe Luís tem se mostrado um profissional extremamente estudioso, com humildade para reconhecer erros (como fez após a derrota para o time argentino) e coragem para continuar aprendendo.
Seu time, apesar das falhas, cria muitas chances de gol, domina adversários e, quando acerta o ritmo e os passes, encanta com um toque de bola envolvente — típico do futebol bem jogado.
Desejo a ele muito sucesso — até porque sou flamenguista —, e à mídia, embora eu saiba que não vá mudar, espero que ao menos diminua sua avidez por transformar técnicos, jogadores, políticos, autoridades em geral, artistas, pessoas das mais diversas, famosas e anônimas, em vilões ou heróis só para emular boas histórias, muito menos em tempo recorde. Talvez assim o povo, o público, o eleitor e o torcedor parem de seguir de manada rumo ao brejo.
E você?
Concorda? Discorda? Nem uma coisa, nem outra? Muito pelo contrário?
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Flagra do fotógrafo José Santos da agressão de Nilton Santos a Armando Marques, em 1971, no Maracanã. Foto: Agência O Globo (aprimorada por IA)
Dos títulos brasileiros de Inter
e Guarani, nossos amigos vão ao princípio das competições nacionais de clubes.
Idiota da Objetividade retém a bola.
Idiota da Objetividade: - Durante muitos anos foi
considerado como o primeiro campeão brasileiro o Atlético Mineiro, que venceu o
Botafogo, na última rodada do quadrangular final do Campeonato Nacional de 1971,
por 1 a 0, no Maracanã, com gol de cabeça marcado por Dario.
João Sem Medo: - E só
voltou a ganhar em 2021, uma longa espera
de 50 anos.
Músico: - O
Galo mineiro merece uma homenagem musical aqui, não é, Zé Ary?
Garçom: - Sem
dúvida alguma. Uma não, vamos de duas, não é, Tony Damito? Venha ao palco, por
favor.
Tony Damito: - Minha
gente, muito obrigado. Se me permitem, então, vamos tocar aqui duas em
homenagem ao grande Clube Atlético Mineiro, “Esse Galo é um espeto” e “Galinho
tu és o maior”, que gravei com o conjunto Brasa 5 nos tempos em que vivia em
Belo Horizonte. Depois fui pra Santa Catarina, em Camboriú, mas aí é outra
história.
Todos aplaudem Tony Damito, que
agradece, desce do palco e vai pra sua mesa.
João Sem Medo: -
Naquele dia lembro que dei carona pra três garotos, nunca conseguia atravessar
o Túnel Rebouças sem levar gente. O mais velho devia ter uns 14 anos e o
pequenino, uns 10 ou 11. Um deles tinha uma bandeirinha do Botafogo. Eles
entraram no carro e foram dizendo o mesmo que dona Celeste, uma antiga
empregada baiana lá de casa: “Olha, seu João, nós não queremos que o Botafogo
perca o jogo, mas preferimos que o Atlético seja campeão”.
Idiota da Objetividade: - No
triangular final, em turno único, o Atlético derrotou o São Paulo por 1 a 0 no
Mineirão, na primeira rodada, e o Tricolor paulista goleou o Botafogo, em
seguida, por 4 a 1, no Morumbi. Então, para ser campeão, o time carioca tinha
de golear o mineiro por seis gols de diferença.
Sobrenatural de Almeida: - E a
rivalidade dos cariocas com os paulistas sempre foi maior que a com os
mineiros.
João Sem Medo: - Pois
então aquela situação me fez pensar naquele caboclo esperto, quando se metia
numa enrascada de votar no “coronel” que lhe dera emprego ou no médico que
tinha feito um parto de graça na sua mulher. Então, o sabidão dizia no boteco
da cidadezinha: “Bem, eu não quero que o veado morra, nem que a onça passe
fome...”
Risada geral.
João Sem Medo: - E aí
ele saía de fininho sem dizer em quem ia votar. Essa era a posição da torcida
do Botafogo. E a minha também, ante o merecimento esportivo indiscutível do
Atlético. Os torcedores dos outros clubes cariocas todos estavam abertamente a
favor do Atlético. Os do Botafogo obviamente não poderiam torcer contra o seu
clube. Nenhum torcedor digno pode fazer isso.
Garçom: - Ih,
seu João, vimos em alguns campeonatos brasileiros, nesta Era dos Pontos
Corridos, muita gente torcendo contra o próprio time pra que o rival não fosse
campeão.
Todos concordam e começam a se
lembrar e comentar uns com os outros vários casos recentes deste tipo.
João Sem Medo: - Bom,
nenhum torcedor digno pode fazer isso, repito. Mas, em 71, os do Botafogo não
queriam absolutamente o São Paulo. Veio o jogo e o árbitro foi o ArmandoMarques. Houve um pênalti do goleiro do Atlético sobre o Zequinha. A torcida
deu uma vaia, fez um coro e deixou pra lá. Mas ficou muito feroz quando uma
faltazinha foi invertida no fim do jogo. Era a tal gota d’água. O árbitro
catava na fogueira e achou que tinha de mostrar autoridade. Inexplicavelmente e
com total abuso de autoridade, o juiz marcou falta técnica contra o Botafogo.
Foi clamoroso e contra as leis do jogo. Demonstrava apenas que o árbitro estava
perturbado e coagido por ter sido obrigado pela Comissão de Arbitragem a apitar
três jogos decisivos, por três clubes de três diferentes estados. Veio o
xingamento e a primeira expulsão.
Idiota da Objetividade: - O
lateral-direito Mura, do Botafogo, foi expulso.
João Sem Medo: - O Jair
perseguiu o árbitro pra chutar a bola em cima dele e nada sofreu. Veio o NiltonSantos e perdeu a paciência.
Idiota da Objetividade: -
Nilton Santos era dirigente do Botafogo naquela época.
João Sem Medo: - O
Armando foi o bode expiatório de uma política falida no setor de arbitragem.
Sobrenatural de Almeida: -
Assombroso! Nilton Santos agrediu Armando Marques na descida pro vestiário.
Idiota da Objetividade: - A
foto do momento da agressão deu Prêmio Esso no ano seguinte ao fotógrafo JoséSantos, do jornal O Globo.
Garçom: - Não
sabia dessa história! O Nilton Santos agrediu o Armando Marques? Nunca tinha
ouvido falar sobre isso. Tem a foto aqui? Achei. Vamos ver no telão.
Idiota da Objetividade: - E não
foi a primeira vez. Em 1964, o Enciclopédia do Futebol levou Armando Marques a nocaute ao lhe dar um violento soco
no Pacaembu, num jogo entre Corinthians e Botafogo, que terminou 3 a 3.
Garçom: - Olha,
estou surpreso. Gostaríamos de ouvi-lo, seu Nilton!
Idiota da Objetividade: - Ainda
bem que Armando Marques não se encontra por aqui. Não é, Zé Ary?
Garçom: - Ele
não pôde vir.
Nilton Santos: - Ainda
bem que nem ele, nem o Eunápio de Queirós vieram.
Alguns risos são ouvidos.
Ceguinho Torcedor: - Mas isso
em nada apaga o brilhantismo da carreira de Nilton Santos, que merece os nossos
aplausos por tudo o que fez pelo Botafogo e,
principalmente, pela participação destacada no bicampeonato mundial
da seleção brasileira, em 1958, na Suécia, e em 1962, no Chile. Todos aplaudem a Enciclopédia do
Futebol, que agradece.
Nilton Santos: -
Obrigado a todos, em especial ao Ceguinho Torcedor.
Sobrenatural de Almeida: - O mais
assombroso é que Everaldo, o lateral-esquerdo titular da seleção no
tricampeonato mundial, em 1970, no México, também foi autor de um soco
monumental num árbitro.
Idiota da Objetividade: - Foi em 1972, num jogo entre Grêmio e
Cruzeiro, no antigo estádio Olímpico. Everaldo deu um soco em José Faville Neto, quando, com o placar empatado em 1 a 1, o árbitro marcou um pênalti para
o Cruzeiro.
Sobrenatural de Almeida: -
Assombroso!!
Idiota da
Objetividade: - O árbitro deu queixa na polícia e Everaldo abriu mão do troféu Belfort Duarte que havia recebido três meses antes e ficou mais de um ano
suspenso por causa da agressão.
João Sem
Medo: - A coisa
poderia ter ficado apenas no terreno esportivo. A briga em futebol é uma coisa
totalmente impessoal. E o juiz, pelo visto, não teve a esportiva que os
jogadores têm. Everaldo não tinha nada contra o Faville Neto.
Idiota da
Objetividade: - Há controvérsias.
Garçom: -
Bom, vamos amenizar o clima? Sabemos todos que juiz não é Deus, então vamos
ouvir “Mané Juiz”, de Alfredo da Dedé, com o grupo Sotaque Brasileiro aqui no
som.
Fim do Capítulo #32
Episódio originalmente publicado em 7 de setembro de 2022 e republicado totalmente modificado em 7 de abril de 2025.
Esta série é uma homenagem especial a João Saldanha e Nelson Rodrigues e também a Mario Filho e muitos dos artistas da música, da literatura, do futebol e de outras áreas da Cultura do nosso tão maltratado país. Saiba mais clicando aqui.
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Há tempos tinha visto na internet, talvez numa rede social, a capa da primeira revista Placar que pedi ao meu saudoso pai que comprasse e ele atendeu. Soube agora que foi em fevereiro de 1974 e não em 73 como pensava. Entretanto, tinha passado batido por ela anteriormente.
Ontem, no entanto, em conversa com o grupo do @velhofutebol no whatsapp, resolvi procurá-la no Google e a achei. Minha referência sempre foi a foto de quatro craques do Palmeiras da época, Leão, Luís Pereira, Ademir da Guia e Leivinha, e o título "A espinha dorsal do Palmeiras", porém tive uma grata surpresa quando a encontrei, pois havia outra referência que me fez viajar no tempo.
Uma das chamadas da capa faz referência a uma fase complicada de Valdomiro, como você pode ver ao lado. E aí me dei conta de que mal podia imaginar lá, com meus 7 anos de idade, que quase 50 anos depois teria a oportunidade de entrevistar, no apartamento dele, em Criciúma (SC), o autor do gol que salvou a seleção brasileira de cair na primeira fase da Copa do Mundo daquele mesmo ano e jogador com maior número de partidas e certamente de títulos importantes da riquíssima História do Internacional (octa gaúcho de 1969 a 76 e o de 78, mais os três Brasileiros de 75,76 e 79).
São as voltas que o mundo (e a bola) dá. Se quiser assistir à entrevista que fiz com o grande Valdomiro, em 8 de novembro de 2022, ela está aqui abaixo.
Minha relação com a Placar
A revista Placar foi minha companheira semanal durante o início dos anos 80, mais precisamente entre junho de 1980, logo após o Flamengo ser campeão brasileiro pela primeira vez, até meados de 1982, quando uma greve de jornaleiros me fez duas vezes ir com um saudoso amigo do Grajaú, Zona Norte do Rio, a Botafogo, Zona Sul, para comprar a revista, até que desisti de prosseguir com a coleção e, após o fim da greve, voltei a comprá-la esporadicamente, como já fazia antes.
Esporadicamente não porque quisesse, mas porque tinha de pedir grana para o meu pai e aí queimaria cartucho para ir ao Maracanã. Priorizei os jogos à leitura sobre os jogos.
A ida a Botafogo era para comprar a revista no prédio da qual ela saía no Rio de Janeiro para as bancas da cidade e, creio, outros municípios, na Rua da Passagem 123. Endereço que frequentei algumas vezes em 1994 para trabalhar na própria Placar como freelancer a convite do então editor da revista e hoje famoso comentarista Mauro Cezar Pereira, por quem tenho imensa gratidão por esta e por outras razões.
Uma das matérias que fiz lá já contei aqui na postagem "Três histórias com Romário". Anos depois, já neste século, teria a oportunidade de trabalhar para a Agência Placar, mas aí em outro lugar: no prédio localizado onde o Clube de Regatas do Flamengo foi fundado, na Praia de mesmo nome.
E aí foi mais uma historinha curiosa da minha vida que acredito que possa interessar a algumas pessoas. E você, gostou, curtiu? Então, peço que siga o blog, compartilhe e prestigie o blog e seus "reclames" para que ele não desapareça. Agradeço imensamente, desde já.
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