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domingo, 20 de março de 2022
OLHARES ALHURES - FOTOS #85: AVES CATARINENSES 2
sábado, 19 de março de 2022
OLHARES ALHURES - FOTOS #84: PONTE HERCÍLIO LUZ
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quarta-feira, 16 de março de 2022
UMA COISA JOGADA COM MÚSICA - CAPÍTULO #7
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| Popó, craque do Ypiranga-BA, em ação contra o Bahia nos anos 30 |
E o papo volta a rolar como a bola num gramado perfeito, na
mesa dos quatro amigos, para deleite da plateia presente ao Além da Imaginação.
João Sem Medo: - Aproveitando a presença do grande
Mussum, foi também na década de 20 que a bola brasileira passou a ser tratada
com mais malemolência, ginga e bailado, com a entrada de mais negros em campo. Eu
sempre falei que a África era o futuro do futebol. Os primeiros negros envergaram
a camisa do Bangu, do Andarahy, dos times de fábrica e comércio. Mas quem
ganhou a fama foi o Vasco da Gama, clube que lutou muito para ser aceito entre
os grandes do futebol carioca. Fluminense, Botafogo e Flamengo não admitiam de
forma alguma que negro vestisse suas camisas. O Vasco, como representante do
comércio de secos e molhados, que tinha contato permanente com o público em
geral, não fazia restrição alguma e surgiu como potência já em 1923. Se o clube
cruzmaltino fizesse algum tipo de discriminação levaria o comércio de seus
dirigentes à ruína. O mesmo acontecia com o Bangu, da Fábrica Bangu, e o
Andarahy, da Fábrica Confiança. Além do Sírio Libanês e os clubes suburbanos.
Sobrenatural de Almeida: - Mas João, isso não aconteceu só
no Rio, certo?
João Sem Medo: - Não, claro que não. Em São Paulo,
o Palmeiras, time dos italianos, resistia. Era Palestra Itália ainda. O
Paulistano, do Jardim Paulista, preferiu fechar o departamento de futebol a ter
de aceitar preto no time. No Sul, o Grêmio era intransigente. O Inter não,
tanto que o símbolo do time é o saci pererê. O mascote colorado só surgiu na
década de 40, mas carrega a história do time gaúcho representante das camadas
populares desde a fundação, em 1909.
Ceguinho Torcedor: - Ah, mas você é gremista de origem,
João.
João Sem Medo: - Fui, mas essa é uma outra história,
vem de uma rivalidade com meu irmão, Aristides, este sim, torcedor colorado.
Quando a gente ia jogar bola ele dizia logo que era Inter, então eu era Grêmio.
Ceguinho Torcedor: - Essa rivalidade entre Grêmio e Inter é talvez a mais feroz
do país.
João Sem Medo: - Acredito que seja sim, Ceguinho.
Garçom: - Então vamos aproveitar pra chamar o Teixeirinha, torcedor colorado,
pra cantar o “Desafio do Grenal”.
Teixeirinha vai ao palco, aplaudido pela plateia.
Teixeirinha: - Obrigado, minha gente. Mas só um esclarecimento, eu sou gremista de coração. Canto como colorado na música que vou apresentar aqui, mas sempre torci pro Grêmio. Bom, feito o esclarecimento, vou pedir permissão pra fazer o dueto com a gravação da minha grande amiga Mary Terezinha, que ainda vive muito bem e logicamente não tem permissão pra vir aqui pessoalmente. É o “Desafio do Grenal”!
Todos aplaudem.
Teixeirinha: - Peço desculpas pelo “macacada” na letra em referência aos
colorados. Eram outros tempos quando fiz a música, não quis ofender. Ela foi
gravada originalmente no meu disco “Dorme Angelita”, lançado em 1968.
Garçom: - Muito obrigado, Teixeirinha.
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João Sem Medo retoma o tema, como quem arma um contra-ataque
veloz.
João Sem Medo: - A discriminação contra os negros
existia no futebol de outros estados também. No Paraná, o Atlético e o Coritiba
não aceitavam. Em Minas, Atlético e América; na Bahia, o Baiano Tênis, que fez
o mesmo que o Paulistano, abandonou o futebol pra não ter de aceitar negro no
time. Lá, o Vitória, primeiro clube a ser fundado só por brasileiros, começou
em 1899 como clube de críquete. Depois, com a revolta dos baianos por só
poderem, no máximo, devolver a bola pros ingleses nas partidas daquele esporte
chatíssimo, o Rubro-Negro de Salvador começou a jogar o futebol já nos
primeiros anos do século vinte.
Ceguinho Torcedor: - Naquela época o futebol já era
muito popular na Bahia. Os jogos recebiam grandes plateias, já ao som de bandas
de música e fanfarras. Lá era permitido.
Alguém na plateia: - A Bahia sempre foi uma festa!
Riso geral.
João Sem Medo: - Nas décadas de 20 e 30 o grande
astro baiano era o negro Popó, chamado de “O Craque do Povo” e “O Terrível”.
Ele jogou no Ypiranga e no Botafogo da Bahia e foi o principal jogador da
seleção baiana campeã brasileira em 34, acabando com a hegemonia de Rio de
Janeiro e São Paulo. Teve como grande companheiro um soldado da PM conhecido
como Dois Lados.
Sobrenatural de Almeida: - Dois Lados?
João Sem Medo: - É, ele ganhou o apelido por ser
magro demais.
Sobrenatural de
Almeida: - Ele só
tinha dois lados. Assombroso.
Garçom: - Foi feito em 2D.hahaha
A plateia ri também.
Idiota da Objetividade: - Dois Lados foi o herói do título
baiano de 1920. Ele fez os dois gols da vitória de 2 a 1 sobre o Fluminense de
Salvador e na comemoração teve seu pé direito banhado em champanhe.
João Sem Medo: - Mas depois quase ficou na miséria.
A sorte é que fizeram uma campanha para ajudá-lo e ele conseguiu viver
dignamente depois.
Veja também:
Ceguinho Torcedor: - O Ypiranga era um time abençoado.
Além de ter Dois Lados e Popó, era o time de coração da Irmã Dulce, que era
apaixonada por futebol.
João Sem Medo: - E também do meu camarada Jorge Amado. O nome do meu livro
“Subterrâneos do Futebol”, lançado originalmente no início dos anos 60, é uma
homenagem ao “Subterrâneos da liberdade”. Depois relançaram com o título
“Histórias do futebol”. Não gostei, mas isso é outra história. Falávamos do
Ypiranga...
Idiota da Objetividade: - Irmã Dulce, falecida em 1992 aos
77 anos, fez inúmeras obras de caridade na Bahia, foi beatificada em 2011 e se
tornou a primeira santa católica do Brasil, em 2019, canonizada pelo papa
Francisco com o título de Santa Dulce dos Pobres.
João Sem Medo: - No livro “Bahia de Todos os Santos”, Jorge Amado descreve
os feitos do Popó no seu Ypiranga do coração. Inclusive, em
Salvador, no bairro Engenho Velho da Federação, tem uma rua chamada Apolinário
Santana, seu nome verdadeiro, em homenagem a ele.
Garçom: - Já que o assunto é o grande Ypiranga de Salvador, vou pôr aqui no nosso aparelho de som, um dos hinos do clube, o mais popular, de autoria de Valter Queiróz.
Ceguinho Torcedor: - Em 1923, o meu Fluminense foi
enfrentar o Ypiranga na Bahia e levou de 5 a 4. As manchetes berraram: “Popó 5
a 4 no Tricolor”. Ele fez todos os gols do time baiano. Depois disso, durante
um bom tempo, toda vez que algum jogador se destacava contra o meu clube era
logo apelidado de Popó.
Músico: - Uma quadrinha junina naquela época
cantava: “Chuta, chuta, Popó chuta/Chuta por
favor/Mela, mela, mela, mela/Mela e lá vai gol”. Melar significava driblar.
João
Sem Medo: - Ele infelizmente morreu na miséria, pedindo esmolas, no início da década de 50 em frente ao
estádio da Fonte Nova, recém-inaugurado na época. O Ypiranga era conhecido como
o Time do Povo porque aceitava negros no seu time, um deles era o Popó. O
Ypiranga só perdeu esse status quando surgiu o Bahia, em 31. Naquele tempo a
questão do amadorismo e do profissionalismo estava dividindo o futebol no país.
E o Vitória, que privilegiava os esportes olímpicos, acabou vendo o futuro
arquirrival crescer muito e conquistar muitos títulos baianos.
Veja também:
Idiota da Objetividade: - Em 2022 conquistou o seu 50º título estadual.
Enquanto o Vitória tinha 29.
João Sem Medo: - E o primeiro título do Bahia foi logo em 1931 e, com o
tempo, se tornou o maior detentor de títulos do estado. Ganhou até a primeira
Taça Brasil, em 59, numa final contra o grande Santos. Não é pouca coisa.
Ceguinho Torcedor: - Não mesmo.
Fim do Capítulo 7
Republicado em 21 de agosto de 2024
Esta série é uma homenagem especial a João Saldanha e Nelson Rodrigues e também a Mario Filho e muitos dos artistas da música, da literatura, do futebol e de outras áreas da Cultura do nosso tão maltratado país.
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quarta-feira, 9 de março de 2022
UMA COISA JOGADA COM MÚSICA - CAPÍTULO #6
| Mimi Sodré |
Um músico: - Ótima escolha, Zé Ary! Cesar Camargo Mariano é muito fera.
Garçom: - E o nome da música tem tudo a ver com o que estamos presenciando:
Futebol de Bar.
João Sem Medo: - Boa, Zé Ary. Muito boa!
Ao fim da música, a plateia volta todas as suas atenções aos quatro amigos, que aproveitam a deixa silenciosa para prosseguirem a conversa de onde haviam parado antes da interpretação de Gonzaguinha, Ruy e Magro de “Seo meu time não fosse o campeão”.
João Sem Medo: - Ainda nos anos 10 do século XX, as
vitórias dos grandes clubes, principalmente nos clássicos, já estavam fazendo
os torcedores vibrarem mais com a gozação após a vitória sobre um rival.
Ceguinho Torcedor: - É verdade, João. Certa vez, em
1915, encomendamos um jantar de vitória quando vencíamos o América por 3 a 0,
mas quem apareceu no restaurante no Centro da cidade foram os americanos. Eles
viraram pra 5 a 3.
Sobrenatural de
Almeida: - A partir
daí, os jantares só eram marcados quando o árbitro apitava o fim do jogo.
hahahaha
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Ceguinho Torcedor: - O problema era contratar a banda
pra tocar. Os músicos ficavam escondidos. Se vencíamos, eles apareciam e tocavam
a noite toda. Mas se perdêssemos, a banda ficava esperando a turma do time
rival sair de frente do restaurante ou da sede pra ir embora de fininho.
Músico (do palco): - E os músicos não recebiam?
Ceguinho Torcedor: - Sim, recebiam. Eram pagos mesmo
assim.
João Sem Medo: - Pros clubes grandes da zona sul
do Rio, Fluminense, Botafogo e Flamengo, o pior era aguentar o gozo dos
torcedores do América, que era até então, o único time grande da zona norte. E
isso começou a criar rivalidades que iam pro campo, e a cordialidade já não era
mais a mesma. Houve muita invasão de campo e pancadaria, inclusive no
aristocrático estádio das Laranjeiras.
Ceguinho Torcedor: - Em 16, num Fla-Flu, Coelho Netto,
que era deputado, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e pai
de Preguinho, grande ídolo tricolor...
Idiota da Objetividade: - ... autor do primeiro gol da seleção brasileira
numa Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai.
Ceguinho Torcedor: - Ídolo tricolor de todos os esportes, o Preguinho. Um
super-campeão, um multi-homem! Mas eu falava de seu pai, deputado, escritor, um
dos fundadores da Academia Brasileira de Letras junto com Machado de Assis...
pois bem, ele, naquele Fla-Flu de 1916, pulou o alambrado pra invadir o campo,
inconformado com o árbitro, que tinha mandado repetir uma cobrança de pênalti
pro Flamengo que Marcos Carneiro de Mendonça...
Idiota da Objetividade: - O primeiro goleiro da seleção brasileira!
Ceguinho Torcedor: - Exatamente, exatamente... Como eu falava antes de ser
interrompido pelo Idiota, o árbitro mandou repetir uma cobrança de pênalti que
Marcos Carneiro de Mendonça tinha defendido, e a elegância do Coelho Netto foi
deixada nas sociais. Com sua bengala ameaçadora foi pra cima do juiz. Aquela
ação do nobre deputado acabou incentivando a torcida tricolor a invadir o campo
também. O jogo, que era vencido pelo Flamengo por 3 a 2, foi suspenso e
disputado em outra data. O Fluminense acabou vencendo por 3 a 1.
Idiota da Objetividade: - Uma vergonha!
Sobrenatural de
Almeida: - Naquele
dia, eu já tinha feito o Fluminense perder um pênalti, cobrado pelo Riemer, pra
fora.
João Sem Medo: - Naquele tempo, a regra determinava
que se a confusão durasse pelo menos cinco minutos o jogo era suspenso.
Sobrenatural de Almeida: - O pessoal entrava na confusão de
olho no relógio se o seu time estivesse perdendo.
Idiota da Objetividade: - Como sempre, o jeitinho
brasileiro prejudicando o espetáculo.
Veja também:
João Sem Medo: - Mas nos primeiros anos do futebol
tivemos também grandes exemplos de esportividade e honestidade. Mimi Sodré, um
dos maiores nomes do escotismo brasileiro, é um deles. Mimi apontava ao árbitro
quando cometia uma infração.
Garçom: - Isso existiu no Brasil? Ah, só
antigamente mesmo.
João Sem Medo: - Mimi Sodré, campeão pelo Botafogo
em 1910 e 1912, quando também foi artilheiro do campeonato, se a bola batesse
na mão dele, não dava mais um passo sequer. Chegou a pedir ao árbitro pra
anular um gol seu, num jogo da seleção brasileira militar.
Ceguinho Torcedor: Mario Filho contou também que Mimi
Sodré tirou algumas vitórias do Botafogo com sua honestidade. Os outros
jogadores do Botafogo tentaram mudá-lo, em vão.
Garçom: - Seu Mario Filho bem podia vir aqui pra contar essas e muitas outras
histórias.
Ceguinho Torcedor: - Seria ótimo, mas infelizmente ele não poderá vir desta
vez. De alguma forma, ele está presente, pois muito do que estamos contando ele
revelou em seu clássico livro “O negro no futebol brasileiro” e em crônicas que
assinou nos jornais em que trabalhou e comandou. Recomendo que leiam.
Sobrenatural de
Almeida: - Mario
Filho conta também que quando Mimi Sodré levantava o dedo, a arquibancada vinha
abaixo, parecia gol, mas o “Menino de Ouro”, que depois virou “Velho Lobo” pros
escoteiros, era muito querido da torcida por ser honesto demais. As moças davam
gritinhos entusiasmados e todo mundo batia o pé na arquibancada. Assombroso o
Mimi, assombroso!
Alguém na plateia: - Assombroso mesmo. Já pensou hoje
um jogador pedindo ao árbitro pra anular um gol que marcou? É capaz de apanhar
da própria torcida.
Sobrenatural de Almeida: - E ainda ser expulso de campo por
desacato ao árbitro. (dá sua risada medonha) hahaha
João Sem Medo: - Aconteceu algo parecido, não tem
muito tempo, num clássico em São Paulo...
Idiota da Objetividade:
- ... Isso mesmo,
João. Foi no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paulista de 2017. O
zagueiro Rodrigo Caio, do São Paulo...
João Sem Medo: - Hoje no Grêmio...
Idiota da Objetividade: - Isso mesmo. Ele, naquele clássico
paulista, disse ao árbitro que Jô,
atacante do Corinthians, não havia atingido o goleiro tricolor Renan Ribeiro e
sim ele próprio. Com isso, o cartão amarelo que havia sido dado pro Jô foi
retirado pelo árbitro Luis Flávio de Oliveira.
João Sem Medo: - Alguns torcedores do São Paulo não
gostaram. Parece que o técnico, o Rogério Ceni, e alguns jogadores do time
tricolor também não.
Idiota da Objetividade: - O Corinthians, que já vencia por 1
a 0, depois fechou a vitória com mais um gol.
Veja também:
João Sem Medo: - No início da década de 10, o torcedor se manifestava
poucas vezes, era mais contido durante os jogos. Até pelos próprios árbitros,
como já dissemos. Às vezes parecia jogo de tênis. Mas com o passar do tempo,
com o futebol ficando cada vez mais popular e os estádios ficando mais cheios,
o barulho foi aumentando.
Ceguinho Torcedor: - Nos anos 20, o público cresceu ainda
mais nos estádios de futebol, e as arquibancadas começaram a ficar sem os
rostos conhecidos e passou aos poucos a receber a massa. O barulho aumentou muito
e aí eu já não estava mais tão sozinho nos gritos. Mas era um solitário, pois a
multidão é inumana, não tem cara.
Sobrenatural de Almeida: - Até música passou a ser cantada e
tocada nas arquibancadas.
O papo estava tão animado que ninguém – ou quase ninguém –
percebeu que Mussum tinha subido ao palco e aguardava a deixa pra poder se
anunciar.
Mussum: - Cacildis! Vou
aproveitar a brecha pra penetrar nessa área. Cês me permitem?
Os quatro amigos e o público concordam,
com entusiasmo.
Mussum: - Obrigadis! Cês tão falando de torcedor e música, então vou cantar uma coisinha do Dicró, que está por aí, eu acho. Ele, depois de tomar umas e outras com a gente, vem aqui pra cantar umas boas também. “O torcedor”, vamo lá, rapaziadis!
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domingo, 6 de março de 2022
OLHARES ALHURES - FOTOS #81: VESTÍGIOS DO SOL
Fotos de Eduardo Lamas, feitas em novembro de 2021, nos dias 26, na Beira-Mar Norte, e 30, em Itaguaçu, Florianópolis (SC)
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sexta-feira, 4 de março de 2022
COLUNA NO MAISPB PASSA A SER SEMANAL
A partir da próxima segunda-feira, a coluna que assino no portal MaisPB, de João Pessoa, passará a ser publicada semanalmente. Gostaria de, mais uma vez, agradecer ao editor Kubi Pinheiro pelo convite e todo apoio ao meu trabalho desde que me entrevistou há cerca de um ano para falarmos do lançamento do livro e ebook "Contos da Bola". Agradeço imensamente também a cada um dos leitores.
Até o momento foram publicados quatro textos de minha autoria no MaisPB e você pode ler cada um clicando no título abaixo:
Beleza e caos: Arte em toda parte
Conto com o seu prestígio, comentando e compartilhando, caso goste. Agradeço desde já.
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