Fotos de Eduardo Lamas, em 27 de outubro de 2018, em Silva Jardim (RJ)
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Sábado mágico com o mutante Sérgio Dias
Aqui você encontra, em essência, trabalhos do escritor e jornalista Eduardo Lamas Neiva sobre os mais variados temas. Obrigado pela visita, volte sempre.
domingo, 27 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #9: SILVA JARDIM
sábado, 26 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #8: A LUA E O LUAR
Fotos de Eduardo Lamas nos dias 24, 25 e 27 de maio e 24 de junho de 2021 (esta última, a do luar de São João), em Itaguaçu, Florianópolis (SC).
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sexta-feira, 25 de junho de 2021
"CONTOS DA BOLA" NO EXTERIOR
Outros países em que "Contos da Bola" marca a sua presença digital no site da Amazon local são os seguintes: Grã-Bretanha, França, Espanha, Canadá, Austrália, Índia e México. No Brasil, o ebook é encontrado na Amazon Kindle, no Google Play e no já citado Rakuten kobo. O livro virtual também pode ser lido pelo sistema de assinatura do Scribd, chamado de "Netflix dos livros".
domingo, 20 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #7: NO OESTE CATARINENSE
sábado, 19 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #6: AS BRUXAS DE ITAGUAÇU
Clique aqui para ler sobre a lenda das Bruxas de Itaguaçu.
quinta-feira, 17 de junho de 2021
NAU POESIA: TARDES DE OUTONO

sob e sobre a
Baía de Guanabara,
o céu é uma
ferida aberta,
que sangra, sangra...
revelava o ferimento celeste,
e a beleza exposta
em nuvens fraturadas
escorria em reflexos
nas águas da Guanabara.
Hoje, o céu sangra novamente
no crepúsculo outonal,
sangue fluorescente
retido por negras nuvens
neste estranho céu,
ferido por intenso vento,
expondo o sangue pisado
deixado pelo sol
em seu último vestígio
deste dia, desta estação.
Esta poesia faz parte do livro "Profano Coração", que está à venda na Amazon do Brasil e de diversos outros países.
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terça-feira, 15 de junho de 2021
TEMPO PRESENTE
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| Foto: Eduardo Lamas |
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domingo, 13 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #5: BARRA DA LAGOA
Fotos de Eduardo Lamas, em 3 de agosto de 2019, na Barra da Lagoa, Florianópolis (SC)
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sábado, 12 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #4: O CÉU SANGRA
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Conexões
Tardes de outono
sexta-feira, 11 de junho de 2021
ANTES QUE ACABEM COM AS METÁFORAS, METONÍMIAS...
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| Clique na capa |
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Diante desta constatação, apresento-me poeticamente, embora não vá nem de longe encerrar o assunto por aqui. Nos versos abaixo, várias partes de mim:
EUS*
Quantos eus
cabem em mim?
Muitos, alguns, poucos?
Quantos eus
saem de mim?
Todos, quaisquer, uns?
Quantos eus
sabem de mim?
Nenhum, algum, outro?
Quantos eus
fazem de mim?
Tantos, quantos, você?
Quantos eus
estão em mim?
Eu, eu, eu...
* Poesia do livro Cor Própria, o primeiro que veio a ser o quinto. Leia mais sobre ele clicando aqui.
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quarta-feira, 9 de junho de 2021
terça-feira, 8 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #3: LAGUNA
Fotos de Eduardo Lamas, em 14 de março de 2020, em Laguna (SC). Quer saber mais sobre esta cidade que faz parte da História do Brasil? Clique aqui.
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segunda-feira, 7 de junho de 2021
domingo, 6 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #2: "RAN" NAS COLINAS DE ITAGUAÇU
sexta-feira, 4 de junho de 2021
OLHARES ALHURES - FOTOS #1: CLARO CREPÚSCULO
Fotos de Eduardo Lamas, em 13 de novembro de 2020, Itaguaçu, Florianópolis (SC).
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quinta-feira, 3 de junho de 2021
MARACANÃ, UM PERSONAGEM DE "CONTOS DA BOLA"
Em meus tempos de torcedor, que durou uns 15 anos entre os anos 70 e 80, cheguei ao exagero de dizer que o Maracanã era a minha segunda casa. Se na frequência eu faltava muito mais do que pretendia, talvez em termos afetivos eu não estivesse tão distante de ter certa razão. Comentei já sobre isso numa outra postagem em que o comparei ao Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Mas voltando ao velho Maraca, aquele que era o maior do mundo, não é, portanto, por acaso que ele tem presença marcante no livro "Contos da Bola". Posso considerá-lo como um personagem em alguns dos 19 contos.
O estádio é apenas citado em "O torcedor de videoteipe", "Um Fla-Flu esquecido no tempo" e "Um torcedor volúvel e azarado" (neste, o Morumbi é que tem a presença mais forte), porém é a locação pulsante, vívida, de "O doido Cornoió", "Outra bolada certeira", "Picolé" e "Paixão de extremos". Nestes quatro contos, que se passam nas arquibancadas do antigo estádio durante jogos que realmente aconteceram, alguns detalhes do próprio Maracanã e das torcidas naqueles tempos em que você poderia ter a companhia de mais de 150 mil, 160 mil pessoas comprimidas e vibrantes, ele se torna mais que um simples local onde se desenrolam as histórias dos respectivos personagens, alguns presentes em mais de um conto.
Em "O doido Cornoió", o jogo retratado é a final do Campeonato Brasileiro de 1980, entre Flamengo e Atlético-MG, e praticamente toda a ação se passa antes da partida começar. O mesmo ocorre em "Outra bolada certeira", ou seja, antes de Brasil 3 x 1 Bolívia, partida realizada em 1981, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 1982, e que garantiu a classificação da seleção de Telê Santana para o Mundial da Espanha.
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| Dinamite comemora seu gol sobre o Santos em 74 |
Em "Picolé", além do jogo já citado, quando parece que a história já terminou, alguns dos personagens ainda voltam ao Maraca para as decisões do Brasileiro de 74, vencido pelo Vasco, em vitória pra lá de polêmica sobre o Cruzeiro, por 2 a 1, e do Carioca do mesmo ano, em que o empate sem gols deu ao Flamengo o título sobre o time cruz-maltino.
terça-feira, 1 de junho de 2021
"CONTOS DA BOLA" AGORA TAMBÉM EM EBOOK
sexta-feira, 28 de maio de 2021
CONTOS DA BOLA: O QUE É QUE SÓ VOCÊ VIU?
quinta-feira, 27 de maio de 2021
CONTOS DA BOLA: O TORCEDOR DE VIDEOTEIPE
Sujeito pacato e trabalhador, o Djalma. Adorava uma roda de samba, participava de todas, mas sempre discretamente. Era muito querido em todos os lugares por onde passava: na rua em que morava, nos pagodes e no trabalho. Além do samba, Didi, como era carinhosamente chamado pelos amigos e colegas de trabalho, tinha outra paixão: a seleção brasileira. Era um verdadeiro torcedor, mas diferente. Não era daqueles que ficam discutindo escalação, pedindo Fulano, Beltrano e Sicrano no ataque do escrete canarinho, como ele ainda se referia à seleção. Didi era avesso a discussões sobre futebol e, por isso, poucos se davam conta do quanto ele amava a seleção brasileira, muito mais do que o famoso esporte bretão, como os antigos cronistas e narradores se referiam ao futebol. Um caso ainda mais raro, não tinha clube do coração.
Às vésperas da Copa do Mundo de 1994, porém, a sua fama de torcedor fanático se espalhou. A história começou quando ele resolveu comprar uma antena parabólica com o 13º ganho no fim de 1993 para instalar na sua casinha lá em Vila Kennedy. Com muita dificuldade, ele fez a alegria de dona Guiomar, sua esposa, e dos filhos, que tiveram assim mais opções de divertimento. Didi, porém, só ligava a televisão para ver jogos da seleção brasileira, que então se preparava para o Mundial de futebol que se realizaria nos Estados Unidos. Ele pouco sabia dos campeonatos disputados no Brasil, pois, como já dito, não torcia para time algum, muito menos se interessava em ir ao estádio, a não ser que a seleção jogasse. Como jogo do Brasil no Maracanã passou a ser raro naqueles tempos, é fácil deduzir que Didi não ia mais ao Mario Filho com a frequência dos anos 60 e 70, quando quase sempre o escrete se apresentava no então maior estádio do mundo.
A televisão com a antena nova tinha ficado praticamente esquecida por Didi, até que numa noite ele perdeu o sono e resolveu ir à sala para arriscar um canal e ver se passava algo chato que o fizesse perder a insônia. Muda daqui, muda dali, até que ele se deparou com algo muito familiar. Em um canal que ele guardou o número, mas que jamais saberá de que país pertencia a tal emissora, ele viu a seleção canarinho toda perfilada, cantando o Hino Nacional, momentos antes da estreia na Copa do Mundo de 1970, contra a Tchecoslováquia. A partir daí ele não conseguiu mais dormir. Vibrou, chorou, torceu, esperneou, socou o chão e o ar e xingou, tudo isso aos sussurros, gemidos e grunhidos, com o máximo cuidado para não acordar a sua família e a vizinhança.
Quer ler este conto inteiro e os outros 18 do livro? Ele está à venda em papel na Livraria da Cartola, na Amazon.com.br (também em ebook nos mais diversos países), Americanas, Submarino, Shoptime, Mercado Livre, Magazine Luiza, UmLivro, Mercado Editorial e Casas Bahia. Na versão digital, você também encontra Contos da Bola no Google Play, no Scribd e, no exterior, na Barnes & Noble.
Este gol é imperdível!
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segunda-feira, 24 de maio de 2021
"CONTOS DA BOLA" NÃO PODE FALTAR EM SUA ESTANTE, DIZ SITE DE SC
Recebi esta indicação elogiosa com tanta satisfação que não me permiti sentir um intruso na lista, mas um privilegiado muito bem acolhido. Mais uma vez, é bom que eu ressalte, pois desde que aqui cheguei só recebi carinho e atenção dos mais variados tipos de pessoas. Muito obrigado "Orgulho Catarina", muito obrigado povo catarinense e aos cidadãos que vieram de outros estados e países para viver aqui há mais tempo que eu e minha mulher e que também nos dão boas-vindas o tempo inteiro.
Além da Livraria da Cartola, "Contos da Bola" também pode ser encontrado na Amazon, Americanas, Submarino, Shoptime, Mercado Livre, Magazine Luiza e Casas Bahia. Em breve estará disponível também o livro virtual (ebook).
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